• Bishop, Claire. Participation. MIT Press, 2006. Bishop, Claire. Installation Art: A Critical History. Tate Publishing, 2005. Connolly, Maeve. The Place of the Artist's Cinema: Space, Site and Screen. Intellect Books, University of Chicago Press, 2009. Elwes, Catherine. Installation and the Moving Image. Wallflowers Press, 2015. Graham, Beryl, and Sarah Cook. Rethinking Curating: Art After New Media. MIT Press, 2010. Kabakov, Ilya. On the "Total" Installation. Cantz, 1995. Kaye, Nick. Multi-Media: Video, Installation, Performance. Routledge, 2007. Mondloch, Kate. Screens: Viewing Media Installation Art. University of Minnesota Press, 2010. Reiss, Julie H. From Margin to Center: The Spaces of Installation Art. MIT Press, 1999. Trodd, Tamara. Screen/Space: The Projected Image in Contemporary Art. Manchester University Press, 2011. Zielinski, Siegfried. Deep Time of the Media: Toward an Archaeology of Hearing and Seeing by Technical Means. MIT Press, 2008.  
  • Arte Multimédia (L) (IPLUSO)
  • 7147
  • 27406
  • Laboratório de Instalação Artística
  • IPLUSO7147-27406
  • 2
  • 5
  • 1320
  • 4
  • Não
  • Português
  • A metodologia de ensino é de natureza teórico-prática e laboratorial (project-based Learning), envolvendo a leitura e comentário crítico de textos, bem como a análise de obras, recorrendo a uma grande variedade de suportes e ficheiros documentais, com especial atenção para os arquivos fotográficos e ficheiros disponíveis em plataformas.  Nas aulas de exposição oral e visual, os alunos são estimulados a reflectir criticamente e a adquirir competências comunicativas e de argumentação sobre algumas das origens, influências, teorias, processos e manifestações da instalação, através da leitura e vídeos, sobre diferentes perspectivas de instalação artística escritas/criadas por artistas, curadores, historiadores e críticos.
  • Opcional
  • Aprofundar o contexto histórico e artístico da instalação na arte contemporânea; o que é a instalação na sua vertente audiovisual e multimédia, quais as suas características, que relações e diferenças podemos estabelecer entre instalação e os outros géneros artísticos; Desenvolver a reflexão crítica e a experimentação na área da multimédia e da linguagem audiovisual aplicada à instalação artística; Compreender as diferentes noções de um objecto digital instalado no espaço e as suas particularidades quanto à especificidade do lugar (site-specific), espaço público ou privado, exterior ou interior, e quanto à participação do espectador na obra; Conhecer e desenvolver metodologias de trabalho para a elaboração de projectos de instalação com ênfase na manipulação de imagens em movimento, fotografia e som; Aplicar as aprendizagens relativas à multimédia e ao audiovisual na resolução de exercícios conceptuais de produção de projetos de instalação.  
  • 1.Contextualização. Aprofundamento da história da instalação e o seu desenvolvimento a partir dos anos 60 com o aparecimento do vídeo. O filme estrutural e o cinema expandido como precursores da instalação audiovisual e multimédia. A especificidade do local como elemento estrutural da obra de instalação. Interatividade e participação do espectador.   2.Práticas artísticas. Tipologias, experimentação: site-specific, imersiva (criação de ambientes: luz, projecção de imagem), participativa (do público) ou performativa (autor ou colectivo), recursos multimédia (som, vídeo, tecnologia), ou efêmera (temporária, de materiais perecíveis). Desenvolvimento de projectos. 3.Documentar e arquivar projectos de instalação: documentação fotográfica e videográfica; Desafios de conservação; Re-instalação e recriação; Arquivos e bases de dados; Considerações legais e éticas.  
  • A avaliação é contínua e sumativa, sendo composta por:
    20% Exercícios (Problem Based Learning)
    50% Projecto Autoral (Project Based Learning)
    20% Dossier do Projecto Autoral (incluindo a informação registada no diário de aula)
    10% Avaliação contínua, intercalar e final com critérios de assiduidade (75% de presenças), e inclui parâmetros de pontualidade, participação nos debates da aula e orientação tutorial.
     
    Os elementos a entregar para avaliação final são os trabalhos originais, e respectivo portofolio digital, bem como outros elementos produzidos no âmbito da UC (suportes digitais, cadernos de esboços, etc).
    A avaliação em época de recurso e em época especial implica a apresentação oral de todos os trabalhos solicitados ao longo do semestre, incluindo o Dossier de Projecto, incluindo portefólio (60%), seguido de uma apresentação oral (discussão sobre o trabalho) (40%).
     

     

  • Semestral
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