• McGovern, James: Ambler, Scott W.; Stevens, Michael E.; Linn, James; Sharan, Vikas; Jo, Elias K.; A Practical Guide to Enterprise Architecture, Pearson Prentice Hall, 2007 Laudon, Keneth C.; Management Information Systems: Managing the Digital Firm, 15 ed. Global Edition, Pearson  Prentice Hall, 2017  Steven H. Spewak, Enterprise Architecture Planning: Developing a Blueprint for Data, Applications and Technology, John Willey & Sons, 1992. The Zachman´s framework Sparx Systems & Stephen Maguire, Enterprise Architecture- User Guide Series, 2017    
  • Engenharia Informática (ISMAT)
  • 587
  • 7345
  • Arquitetura de Sistemas Empresariais
  • ISMAT587-7345
  • 2
  • 6
  • 0
  • 12
  • Não
  • Português
  • É utilizada uma metodologia hibrida de suporte ao processo de ensino-aprendizada, nomeadamente usando mapas conceptuais, aprendizagem orientada à resolução de problemas e tambeém com suporte ao empreendedorismo.
  • Obrigatório
  • Esta unidade curricular tem por fim oferecer um conjunto de conhecimentos completo, relacionados com a Arquitetura Empresarial bem como a estruturação de conteúdos relevantes para a boa compreensão dos problemas relacionados com a implementação de um sistema de Informação numa empresa. Os conteúdos programáticos visam atingir os objetivos de aprendizagem e habilidades que incluem plano geral de formação em programação e sistemas da licenciatura e tem como principais objetivos fornecer aos alunos um conjunto de conhecimentos gerais e específicos que lhes permita a compreensão e domínio das tecnologias, das componentes aplicacionais e das metodologias de desenvolvimento de arquiteturas de sistemas de informação bem como caracterizar os aspetos essenciais das Arquiteturas de Sistemas de Informação Empresariais.
  • Abordagem dos conceitos de Gestão Estratégica e sua interligação com os Sistemas de Informação. Análise SWOT, Ciclo de vida de um produto ? Modelo BCG, Cadeia de valor. Introdução à temática das Arquiteturas Empresariais. Enquadramento dos sistemas de informação no Negócio Global atual. Sistemas de Informação, Estratégia e Organização. Tipos de Arquiteturas Empresariais. Gestão Estratégica. Análises SWOT. Gestão Estratégica. Modelos BCG e de Porter O que é a Matriz BCG e para que serve? O que é Matriz BCG? Análise da Infraestrutura de Zachman Processos de Negócio para um Sistema Empresarial. Notação BPMN Arquitetura da Informação Arquitetura das Aplicações Arquitetura de Serviços Arquitetura Tecnológica Alinhamentos entre Arquiteturas
  • Descrição dos instrumentos de avaliação (individuais e de grupo) ¿ testes, trabalhos práticos, relatórios, projetos... respetivas datas de entrega/apresentação... e ponderação na nota final.

    Exemplo:

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Teste de avaliação

    18-06-2026

    50%

    Atividades Práticas (as 8 melhores atividades)

    Todas as Semanas

    40%

    Participação

     

    10%

    Componente Teórica:

    • 1 teste na época normal (2 horas máximo com 10 minutos tolerância)
    • Nota mínima da componente teórica é de 8 (oito) valores
    • Existe depois época de recurso, que substituirá a nota apenas em caso de melhoria

    Componente Trabalho:

    • Grupos de 2 alunos (ou individual)
    • Formados na segunda semana
    • Nota mínima da componente trabalho é de 9 (nove) valores
    • Presença obrigatória na apresentação e discussão final do trabalho
    • Poderá mediante a demonstração de conhecimento existir avaliações distintas no mesmo grupo

    Componente Participação:

    • Assiduidade
    • Participação
    • Interesse
    • Postura
    • Desenvolvimento de exercícios que possam exist

     

     

  • Semestral
  • Um engenheiro informático que não compreende arquitetura empresarial sabe construir peças (funções, módulos, sistemas isolados), mas não sabe necessariamente onde essas peças encaixam, porque existem, ou o que acontece quando a organização muda e as peças têm de mudar com ela.  A ASE fornece três capacidades que o currículo técnico típico não cobre.  Primeiro, a capacidade de contextualizar decisões técnicas: perceber que escolher entre um monolito e microserviços não é uma questão de preferência tecnológica. Segundo, a capacidade de comunicar com não-técnicos: arquitetos empresariais, gestores e decisores falam a linguagem de processos, capacidades e valor.  Terceiro, a capacidade de pensar em consequências de segunda ordem: antecipar como uma mudança num sistema afeta dados, processos e infraestrutura que ninguém mapeou explicitamente.