• AAVV (2000-2026). Jornal Arquitectos. Ordem dos Arquitectos Colomina, B. (2006). Clip/Stamp/Fold: The Radical Architecture of Little Magazines 196X-197X. Actar Publishers Leach, N. (2005). A Anestética da Arquitectura. Antígona Montaner, J. M. (2012). Arquitectura e Crítica. Gustavo Gili Rancière, J. (2010). Estética e Política. A Partilha do Sensível. KKYM Rattenbury, K. (ed.) (2002). This is Not Architecture: Media Constructions. Routledge  
  • Arquitetura [ISMAT]
  • 367
  • 7886
  • Crítica e Estética da Arquitetura
  • ISMAT367-7886
  • 3
  • 4
  • 0
  • 12
  • Não
  • Português
  • De acordo com o carácter reflexivo e exploratório da Unidade Curricular, pretende-se que os estudantes experimentem diferentes ferramentas e métodos de trabalho. O propósito é diversificar os regimes de reflexão.   M1: Aulas expositivas; M2: Grupos de análise de textos; M3: Discussão coletiva; M4: Viagem de estudo; M5: Reflexões individuais escritas; M6: Trabalho de grupo orientado; M6: Apresentações públicas.
  • Obrigatório
  • CEA encontram a sua síntese na representação e nos meios da sua comunicação. E o modo de compreender as forças que as conformam, de compreender o porquê de uma coisa nos aparecer assim, é através da sua desmontagem. Entender as diferentes camadas que a compõem, as razões que justificam o seu modo, porque funcionam assim, porque servem esses propósitos e pessoas e não outros. E isto pode ser feito através da curadoria, edição, programação e investigação:   O1: Conhecer - entender as questões e sua caracterização, análise e interpretação dos vários posicionamentos críticos e estéticos na arquitetura, bem como os seus protagonistas; O2: Refletir - construir um juízo crítico sobre esses posicionamentos através de uma argumentação justificada e coerente; O3: Explorar - limites e potencialidades estéticas de diferentes ferramentas de representação e meios de comunicação; O4: Comunicar - desenvolver um discurso com clareza e rigor na instrução e organização dos registos orais, escritos e gráficos.
  • A UC é dividida em diferentes temas vários posicionamentos críticos e estéticos no último século. Para cada um deles, diversas obras e projetos que evidenciam a sua manifestação arquitetónica. Como suporte à discussão, existe um conjunto de conteúdos e autores que servirão como pontos de partida para a reflexão, mas que serão sempre enquadrados a partir da sua pertinência hoje.   P1: Representação e media - e a convergência da crítica e estética; P2: Máquinas e abstrações - e o otimismo tecnológico e da razão; P3: Organismos e surrealismos - e os universos da natureza e do subconsciente; P4: Realismos e populismos - e as suas complexidades e contradições; P5: Estruturas e tipologias - e as invariantes e essencialismos formais; P6: Dispersões e fragmentos - e o mundo do consumo e espetáculo; P7: Reações e emergências - e as tendências da arquitetura contemporânea; P8: Ficções críticas - e a aplicação prática da crítica e estética
  • Descrição dos instrumentos de avaliação (individuais e de grupo) ¿ testes, trabalhos práticos, relatórios, projetos... respetivas datas de entrega/apresentação... e ponderação na nota final.

    Exemplo:

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Exercício 1 (análise de textos e discussão coletiva)

    22-04-2026

    20%

    Exercício 2 (viagem de estudo) 

    14-04-2026

    10%

    Exercício 3 (prova escrita)

    29-04-2026

    30%

    (40% para aqueles que não realizarem o exercício 2)

    Exercício 4 (ficções críticas)

    07-06-2026

    40%

    Parâmetros de Avaliação dos exercícios:

    > Cumprimento dos elementos previstos e descritos no Enunciado do Exercício//Rage Against the Machine;

    > Perceção dos problemas e sua caracterização, análise e interpretação;

    > Densidade da argumentação, justificação e coerência das posições apresentadas;

    > Qualidade, rigor e clareza na instrução e organização nos registos (documental e oral), incluindo as formas de comunicação e representação;

    > Pertinência, consistência e objetividade do trabalho desenvolvido.

     

    Nos alunos em que seja aplicado o Regime Especial de Avaliação de acordo com o artigo 6º conforme Despacho Conjunto 06/25do Regulamento Geral de Avaliação do ISMAT, estes devem informar durante a primeira semana de aulas o docente para que se acorde, entre ambos, outras datas e/ou modalidades alternativas de avaliação (que podem passar por provas orais, escritas ou apresentação de trabalhos suplementares). Caso não haja lugar esta comunicação, considerar-se-á o aluno em regime de avaliação contínua, sujeito às mesmas regras daqueles que não se encontram ao abrigo deste Regime Especial.

     

    Avaliação em Exame (regular e época especial)

     

    A avaliação em exame será realizada através de uma prova escrita. A sua classificação rege-se de acordo com a seguinte ponderação:

     

    Exercícios de reflexão: 100%

     

    Parâmetros de Avaliação da prova:

    > Cumprimento dos elementos descritos no enunciado da prova;

    > Perceção dos problemas e sua caracterização, análise e interpretação;

    > Densidade da argumentação, justificação e coerência das posições apresentadas;

    > Qualidade, rigor e clareza na instrução e organização nos registos, incluindo as formas de comunicação e representação;

    > Pertinência, consistência e objetividade do trabalho desenvolvido.

     

     

    Esta Unidade Curricular rege-se pelo Regulamento Geral de Avaliação do ISMAT, conforme Despacho Conjunto 06/25. De acordo com o artigo 5º, esta FUC apresenta normas específicas e complementares. Os alunos com menos de 70% de presenças serão reprovados, salvo exceções previstas no regulamento; a presença na aula será considerada quando o aluno assistir, no mínimo, a 70% do tempo da aula. Nesta Unidade Curricular, todos os exercícios devem ser desenvolvidos pelos alunos, não sendo permitido o uso de ferramentas de Inteligência Artificial e/ou Inteligência Artificial Generativa, ou outros instrumentos usados para criar texto, imagens, código informático, áudio ou outro media. O uso destas ferramentas será considerado uma violação do Regulamento de Avaliação do ISMAT e tido como uma forma de fraude, com as sanções previstas no Regulamento. O não acompanhamento dos trabalhos significa uma avaliação negativa dessa fase. Os trabalhos entregues fora do prazo não serão avaliados. As Avaliações Contínuas e as provas de Exame começarão no horário estabelecido, devendo todos os alunos inscritos estarem presentes e assinarem a pauta. Haverá 15 minutos de tolerância, findos os quais a avaliação começará avaliando só os alunos presentes. O Enunciado do Exercício//Rage Against the Machine complementa os conteúdos da FUC.

     

  • Semestral
  • A crítica é um exercício de desmontagem. Relaciona-se tanto com a teoria como com a história, mas o seu campo é o presente instantâneo, geralmente focada num objeto particular (edifício ou evento). Com o diluir das fronteiras disciplinares e as transformações tecnológicas e mediáticas, a crítica adotou outros modos de expressão (curadoria, programação, edição, investigação), as o seu propósito continua o mesmo: esse constante exercício de revisão. No seu sentido lato, a estética é uma partilha do sensível (dos sentidos) que determina um modo de articulação entre as formas de ação, produção, perceção e pensamento. Esta definição geral estende o campo da estética para além do campo da arte e passa a incluir as coordenadas conceptuais e os modos de visibilidade operativos do campo da política - no sentido de polis, da organização da cidade (enquanto espaço comum), logo da arquitetura. Em conjunto, crítica e estética, é um modo de pensar o mundo.