Desenho I
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- HARA, Kenya. White . Lars Muller Publishers, 2010. JANEIRO, Pedro António. Arquitecturas-Ficcionadas: O Desenho . Lisboa: Chiado Editora, 2011. LUPTON, Ellen. La Bauhaus y Ia Teoria dei Diseno . Barcelona: G.G., 1994. NICOLAIDES, Kimon. The Natural Way to Draw . Boston: Houghton Mifflin Company, 1969. PINTO, Luís Moreira. História da Percepção na acção projectual . Tese de Doutoramento, 2007. (http://repositorio.uportu.pt/dspace/bitstream/123456789/300/1/TDH%2026.pdf
- Arquitetura [ISMAT]
- 367
- 65
- Desenho I
- ISMAT367-65
- 1
- 6
- 0
- 12
- Não
- Português
- Será dado suporte teórico, de acordo com o exercício em curso. A metodologia passa pelo desenvolvimento de um conjunto de exercícios práticos, elaborados e O lançamento dos exercícios é feito através de um enunciado específico, com descrição dos objectivos, dos materiais a utilizar, do formato a apresentar, do tempo de duração e percentagem de classificação. Os exercícios serão adequados aos objectivos da disciplina, e constam de 3 exercícios principais (durando cada um 4 semanas), podendo haver, sempre que necessário, exercícios paralelos, que permitam um melhor entendimento dos objectivos. Os trabalhos serão apresentados e discutidos no espaço da aula. Cada exercício será apresentado num portfolio de formato A3. Faz-se tambem a introdução de outras áreas do saber como a literatura e filosofia.
- Obrigatório
- Desenvolver o papel fundamental do desenho na prática de Projecto, entendendo-o como essencial para representar todo o universo inerente à prática de Arquitectura. Dotar o aluno de capacidades de observação e representação, não só de tudo o que o rodeia como do pensamento conceptual. O Desenho deverá ser entendido como ferramenta universal que traduz o mundo concreto e as ideias.
- O conteúdo programático da disciplina de Desenho I assenta num percurso exploratório, primeiro da " Linha" como elemento primário básico essencial, através do uso de vários materiais convencionais e não convencionais e, depois, da "Mancha", onde deverá ser reconhecida a sua anatomia, a sua condição abstracta e, consequentemente, a sua intencionalidade intrínseca e o seu papel expressivo na mensagem e na narrativa. Uma vez exploradas a "Linha" e a "Mancha", aplicar-se-ão estes conhecimentos à leitura e à representação de objectos a diferentes níveis, a diferentes escalas, em diferentes relações. A última fase será a confrontação desses objectos com os conceitos de dimensão, proporção, posição, escala do espaço e da figura humana, criando vários níveis de relações e de hierarquia.
Descrição dos instrumentos de avaliação (individuais e de grupo) ¿ testes, trabalhos práticos, relatórios, projetos... respetivas datas de entrega/apresentação... e ponderação na nota final.
Exemplo:
Descrição
Data limite
Ponderação
portfólio
20/ 10/ 2025
30%
Portfolio
17/11/2025
30%
portfólio
19/01/2026
30%
Será obrigatório 75% de frequência às aulas. Não serão avaliados trabalhos nunca vistos e acompanhados. Os estudantes com estatuto especial de trabalhadores terão que entregar os trabalhos nas datas previstas, assim como os mostrar ao docente, durante o semestre. A participação nas aulas tem uma ponderação de 5%. O TRABALHOS NÃO DEVEM RECORRER A FOTOFRAFIA OU OUTRAS IMAGENS, A NÃO SER QUE ASSIM SEJA TRANSMITIDO, PODENDO O TRABALHO SER ANULADO.
- Semestral
- A unidade curricular de Desenho I é a primeira aproximação dos discentes com o universo dos vários materiais, técnicas de representação e pretende estimular e desenvolver no aluno: - A observação e a análise críticas, bem como a imaginação criativa; - A exploração das potencialidades gráficas e expressivas dos diferentes materiais e instrumentos específicos do Desenho; - O entendimento da "Linha"como expressão gráfica do Desenho e para o Desenho; - A descoberta na "Mancha" das potencialidades expressivas do espaço gráfico, do ritmo, das tensões, do movimento, das texturas, etc.; - A leitura crítica de um ou mais objectos através da identificação de um percurso mental e gestual; - O entendimento do conceito de escala à escala da mão e do espaço envolvente (incluindo a introdução da figura humana).