Estudos de Multimédia I
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Flores, V. (2012). A Imagem Técnica e as suas Crenças. A Confiança Visual na Era Digital. Lisboa: Vega. Friedberg, A. (2008). The Virtual Window - from Alberti to Microsoft. Cambridge, London: The MIT Press. Giannetti, C. (2012). Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Lisboa: Nova Vega. Julius, A. (2002). Transgressions: The offences of art. University of Chicago Press. Lipovetsky, G., Serroy, J. (2010). O Ecrã Global. Cultura Mediática e Cinema na Era Hipermoderna Lisboa: Edições 70. Manovich, L. (2001). The Language of New Media. Cambridge, Massachusetts: The MIT Press. Prada, J. M. (2023). Teoría del Arte y Cultura Digital. Argentina, Espanha, México: Akal. Wardrip-Fruin, N., & Montfort, N. (Eds.) (2003). The New Media Reader. Cambridge, Massachusetts, London: The MIT Press.
- Arte Multimédia (L) (IPLUSO)
- 7147
- 27397
- Estudos de Multimédia I
- IPLUSO7147-27397
- 3
- 4
- 0
- 4
- Não
- Português
- A metodologia de ensino/aprendizagem adota uma abordagem teórico-prática, baseada em sessões de contato de exposição oral interativa, com apoio de recursos multimédia, complementares à bibliografia indicada. As sessões culminam em dinâmicas de debate entre pares, com aplicação a exercícios reflexivos de avaliação contínua propostos em aula, aprofundados através de leituras e pesquisa complementares em trabalho autónomo. Adicionalmente, a avaliação inclui a realização de um ensaio escrito com defesa oral, sobre uma temática abordada no programa e análise de um estudo de caso proposto pelo estudante. Pretende-se que os estudantes leiam os ensaios dos colegas e, na sessão de defesa, debatam e coloquem questões. Esta abordagem visa fomentar a pesquisa, leitura, escrita, debate e colaboração, para ativar a autonomia e reflexão crítica aplicadas à investigação e práticas artísticas e criativas.
- Obrigatório
- Adquirir literacia multimédia ao nível dos conceitos, referências e práticas; Conhecer a evolução e impacto da técnica e dos diversos meios de comunicação e tecnologias multimédia; Compreender a ecologia mediática na sua relação com a arte, a cultura e a tecnologia; Desenvolver e aplicar competências teóricas e reflexivas à investigação e às práticas artísticas e criativas.
- 1. A cultura digital e os novos media. Introdução aos conceitos operativos dos novos media. Contextualização da cultura digital e da teoria da remediação, no âmbito de uma ecologia mediática em rede e das práticas artísticas mediatizadas. 2. Arquelogia dos media. O impacto da modernidade técnica e dos meios de comunicação de massas nos regimes de visualidade, consumo mediático e discursividade das práticas artísticas. Ativismo e transgressão. 3. Televisualidade e metaverso. A imagem televisual e o ecrã como interface de mediação. O virtual e as práticas de simulação. Abordagens imersivas e realidades mistas.
A avaliação em época normal inclui três componentes, com a seguinte ponderação:
Avaliação contínua, intercalar e final (10%)
Com critérios de assiduidade (75% de presenças), participação e pontualidade;Exercícios de mapeamento conceptual (30%);
Associados aos conteúdos programáticos lecionados nas sessões de contato, os exercícios de avaliação contínua, propostos em aula, resultam de uma dinâmica de debate entre pares. Enquanto conjunto, culminam na realização de um mapeamento conceptual, simultaneamente individual (cada estudante é responsável pelos seus contributos) e coletivo (mapeamento da turma). Esta cartografia em construção, tem materialização física na sala de aula durante as sessões de contato - através de técnicas de brainstorming com recurso a papel e métodos analógicos - e digital - através de uma ferramenta colaborativa online, para inclusão de referências e recursos multimédia adicionais pelos estudantes, como trabalho autónomo;Trabalho final (60%).
O trabalho final consiste na realização de um ensaio escrito, sobre uma das temáticas abordadas no programa, com análise de um estudo de caso proposto pelo estudante. Além do documento escrito, o trabalho final inclui a elaboração de um poster síntese A2, para exposição na sessão de apresentação e defesa oral. Os estudantes deverão ler previamente os ensaios dos colegas e, na sessão de defesa, devem debater e colocar questões, num modelo híbrido de heteroavaliação e autoavaliação, resultante de uma dinâmica entre pares.A avaliação em época de recurso está disponível para: os alunos com nota inferior a 10 valores; alunos que queiram fazer melhoria de nota; ou alunos que não cumpram a assiduidade obrigatória e/ou a entrega de algum dos elementos de avaliação em época normal. Estão previstas três possibilidades:
- Os alunos que não cumpriram com os critérios e elementos de avaliação em época normal: entrega e defesa do trabalho final com temática definida (50%) e realização de um exame escrito (50%);
- Os alunos que realizaram com sucesso o trabalho final em época normal, mas não cumpriram a assiduidade obrigatória ou os exercícios de avaliação contínua: realização de um exame escrito (50%), transitando a sua nota do trabalho final com uma ponderação de 50%. Esta modalidade aplica-se, também, às melhorias de nota;
- Os alunos que realizaram com sucesso os exercícios de avaliação contínua em época normal, mas não entregaram ou querem melhorar o trabalho final: entrega e defesa do trabalho final (60%), mantendo a nota dos exercícios de mapeamento conceptual (30%) e a avaliação contínua (10%).
A avaliação em época especial segue as mesmas modalidades da época de recurso e está disponível para os trabalhadores-estudantes ou estudantes com faltas justificadas por motivos de saúde (ou outro motivo previsto no regulamento escolar).
- Semestral
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