• Giannetti, C. (2012). Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Lisboa: Nova Vega. Jenkins, H. (2008). Convergence Culture. Where Old and New Media Collide. New York, London: New York University Press. Manovich, L. (2001). The Language of New Media. Cambridge, Massachusetts: The MIT Press. Miller, A. I. (2019). The artist in the machine: The world of AI-powered creativity. MIT Press. Prada, J. M. (2023). Teoría del Arte y Cultura Digital. Argentina, Espanha, México: Akal. Quaranta, D. (2011). Collect the WWWorld. The Artist as Archivist in the Internet Age. Brescia: LINK Editions. Schäfer, M. T. & van Es, K. (Eds.) (2017). The Datafied Society. Studying Culture through Data. Amsterdam: Amsterdam University Press. Wardrip-Fruin, N., & Montfort, N. (Eds.) (2003). The New Media Reader. Cambridge, Massachusetts, London: The MIT Press. Zylinska, J. (2020). AI art: Machine visions and warped dreams. Open Humanities Press.  
  • Arte Multimédia (L) (IPLUSO)
  • 7147
  • 27401
  • Estudos de Multimédia II
  • IPLUSO7147-27401
  • 3
  • 5
  • 0
  • 4
  • Não
  • Português
  • A metodologia de ensino/aprendizagem adota uma abordagem teórico-prática, baseada em sessões de contato de exposição oral interativa, com apoio de recursos multimédia, complementares à bibliografia indicada. As sessões culminam em dinâmicas de debate entre pares, com aplicação a exercícios reflexivos de avaliação contínua propostos em aula, aprofundados através de leituras e pesquisa complementares em trabalho autónomo. A avaliação inclui a realização de um trabalho de grupo -  artigo e ensaio audiovisual com defesa oral -  sobre temática a definir em conjunto com a turma envolvendo cocriação comunitária e trabalho de campo. Pretende-se que os estudantes leiam os artigos dos grupos dos colegas e, na sessão de defesa oral sejam exibidos e debatidos os ensaios audiovisuais de cada grupo. Esta abordagem visa fomentar a pesquisa, leitura, escrita, debate e colaboração, para ativar a autonomia e reflexão crítica aplicadas à investigação e práticas artísticas e criativas.  
  • Obrigatório
  • Aprofundar uma literacia dos novos media e das teorias dos "pós", ao nível dos conceitos, referências e práticas; Conhecer a evolução e impacto da Internet e dos media digitais na cultura em rede contemporânea; Aprofundar a ecologia mediática e abordagens híbridas e de metacriação na sua relação com a arte, a cultura e a tecnologia; Desenvolver e aplicar competências teóricas e reflexivas à investigação e às práticas artísticas e criativas.  
  • Estética digital e novos media. Paradigmas da cultura digital em rede e a linguagem dos novos media. Da transcodificação e participação à datificação e inteligência artificial.   A cultura participativa em rede. O impacto da Internet e da globalização na cultura visual, consumo mediático e auto-publicação. Da discursividade da interatividade às práticas sociais em rede e à afirmação de teorias dos "pós". A convergência mediática e a experiência digital. A plataformização da cultura e a economia digital criativa. Práticas transmedia e produções independentes. Computação afetiva e inteligência artificial. Intertextualidade, metacriação e cocriação. O impacto da digitalização da cultura na construção de memória(s) coletiva(s). Sistemas sociotécnicos e intertextualidade através de práticas rizomáticas. Abordagens etnográficas e arquivistas de meta-criação e cocriação comunitária.
  •  

    A avaliação em época normal inclui três componentes:
     
    -       Avaliação contínua, intercalar e final (10%)
    Com critérios de assiduidade (75% de presenças), participação e pontualidade;
     
    -       Exercícios de mapeamento conceptual (30%)
    Associados aos conteúdos programáticos, os exercícios de avaliação contínua, propostos em aula, resultam de uma dinâmica de debate entre pares. Culminam num mapeamento conceptual coletivo, subordinado à temática definida com a turma para realização do trabalho de grupo final. Esta cartografia tem materialização física na sala de aula durante as sessões de contato - através de técnicas de brainstorming analógicas - e digital - através de uma ferramenta colaborativa online, para inclusão de referências e recursos multimédia adicionais, como trabalho autónomo;
     
    -       Trabalho de grupo final (60%)
    O trabalho de grupo final consiste numa investigação coletiva, incluindo a realização de trabalho de campo com cocriação comunitária, subordinados a um tema a definir pela turma. O trabalho será materializado num artigo escrito e num ensaio audiovisual. Os ensaios serão apresentados e debatidos na sessão de defesa oral, num modelo híbrido de heteroavaliação e autoavaliação, resultante de uma dinâmica entre pares. Apesar de ser um trabalho de grupo, os estudantes serão avaliados individualmente, com a ponderação dos seus contributos individuais durante o processo.
     
    A avaliação em época de recurso está disponível para: os alunos com nota inferior a 10 valores; alunos que queiram fazer melhoria de nota; ou alunos que não cumpram a assiduidade obrigatória e/ou a entrega de algum dos elementos de avaliação em época normal. Estão previstas três possibilidades:
     
    -       Os alunos que não cumpriram com os critérios e elementos de avaliação em época normal: entrega e defesa do trabalho final individual com temática definida (50%) e realização de um exame escrito (50%);
     
    -       Os alunos que realizaram com sucesso o trabalho final em época normal, mas não cumpriram a assiduidade obrigatória ou os exercícios de avaliação contínua:  realização de um exame escrito (50%), transitando a sua nota do trabalho final com uma ponderação de 50%. Esta modalidade aplica-se, também, às melhorias de nota com reformulação do trabalho de grupo final, devendo ser aplicada a todos os membros do grupo;
     
    -       Os alunos que realizaram com sucesso os exercícios de avaliação contínua em época normal, mas não entregaram ou querem melhorar o trabalho final: entrega e defesa do trabalho final (60%) - individual ou em grupo, dependendo se os restantes membros realizam também a avaliação em época de recurso - mantendo a nota dos exercícios de mapeamento conceptual (30%) e a avaliação contínua (10%).
     
    A avaliação em época especial segue as modalidades da época de recurso e está disponível para os trabalhadores-estudantes ou estudantes com faltas justificadas por motivos de saúde (ou outro motivo previsto no regulamento escolar).
     

  • Semestral
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