• Aureli, P. V. (2024). Enjoy the Silence. The Case for Typological Design. Burning Farm. Aureli, P. V. (2013). The City as a Project. Ruby Press. Benevolo, L. (2001) [1999]. História da Cidade. Editora Perspectiva Benjamin, W. (2010) [1940]. "Sobre o Conceito de História". Assírio e Alvim Jaque, A. (2017). Transmedia Urbanism: Berlusconi and the Birth of Targeted Difference. Perspecta 50. Koolhaas, R. (2012) [1994]. Três Textos sobre a Cidade. Editorial Gustavo Gili Lefebvre, H. (2011) [1968]. O Direito à Cidade. Centauro Editora Malterre-Barthes, C. (2021). "The Devil is in the Details - Who is it That the Earth Belongs To?", in Non-Extractive Architecture - Designing without Depletion. Sternberg Press Tafuri, M. (1987) [1980]. The Sphere and the Labyrinth. Avant-Gardes and Architecture from Piranesi to the 1970's. The MIT Press Vidler, A. (2008). Histories of the Immediate Present: Inventing Architectural Modernism. The MIT Press
  • Arquitetura [ISMAT]
  • 367
  • 13721
  • História da Cidade I
  • ISMAT367-13721
  • 4
  • 4
  • 0
  • 12
  • Não
  • Português
  • De acordo com o caráter reflexivo e exploratório da Unidade Curricular, pretende-se que os estudantes experimentem diferentes ferramentas e métodos de trabalho. O propósito é diversificar os regimes de reflexão. M1: Aulas expositivas; M2: Grupos de análise de documentos; M3: Discussão coletiva; M4: Reflexões individuais escritas; M5: Trabalho individual orientado; M6: Apresentações públicas.
  • Obrigatório
  • Esta UC tem como objetivo o estudo do passado enquanto instrumento para compreender o presente e, eventualmente, projetar o futuro, e não como um fim em si mesmo. O1: Conhecer - várias interpretações, perspetivas e protagonistas da formação e transformação das cidades, através de diversos documentos, com um elevado nível de compreensão; O2: Investigar - mapeando as genealogias dos elementos, ideias, processos e materiais que participam na construção da cidade, desde a sua conceção aos meios da sua produção; O3: Refletir - sobre essas posições de forma inteligente e crítica, transferindo-as para novas situações decorrentes da prática arquitetónica contemporânea, da sua e de outros; O4: Comunicar - uma posição bem elaborada, argumentada e justificada, sustentada por exemplos consistentes, claros e objetivos, através de uma estrutura de raciocínio coerente, lógica e rigorosa, expressa num discurso articulado e adequado à organização dos registos orais, escritos e gráficos.
  • A UC questionará algumas das transformações e expansões das cidades contemporâneas enquanto resposta a fenómenos específicos e à sua concretização material, procurando compreender as suas raízes históricas. Partindo de um conjunto diversificado de documentos, estudar-se-á o modo como os arquitetos, individualmente, responderam a esses acontecimentos através dos seus projetos, que interpretações da cidade propõem e que contributos trazem para a sua construção. Procurar-se-á também refletir sobre as leituras e interpretações contemporâneas dessas ações e compreender de que modo podem contribuir para a elaboração do projeto na atualidade. Esta reflexão tomará como ponto de partida a política da cidade, a partir da sua unidade básica: o edifício de habitação. P1: História e cidade; P2: Construir leis; P3: O projeto suficiente; P4: Quando se vive sozinho; P5: A topografia da casa; P6: Suspender a construção.
  • A avaliação da Unidade Curricular é contínua, pressupondo o acompanhamento de todas as fases do desenvolvimento dos trabalhos. Nos casos em que tal não aconteça, não haverá classificação por insuficiência de elementos de avaliação. A classificação final é determinada pela seguinte ponderação por exercício:

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Exercício 1 - qualidade da participação nas aulas

    22-10-2026

    20%

    Exercício 2 - reflexão individual

    29-10-2026

    20%

    Exercício 3 (fase 1) - arquivo

    17-12-2026

    20%

    Exercício 3 (fase 2)- colagem

    17-12-2026

    20%

    Exercício 3 (fase 3) - apresentação

    17-12-2026

    20%

     

     

    Parâmetros de avaliação dos exercícios em regime de avaliação contínua:

    Só haverá lugar a classificação se forem realizados todos os elementos previstos e descritos no Enunciado do Exercício ("Things It Would Have Been Helpful to Know Before the Revolution"). Cada exercício terá em consideração os objectivos e critérios de avaliação:

     

    O1: Conhecer - várias interpretações, perspetivas e protagonistas da formação e transformação das cidades, através de diversos documentos, demonstrando um elevado nível de compreensão dos conteúdos abordados; (25%)

    O2: Investigar - mapeando as genealogias dos elementos, ideias, processos e materiais que participam na construção da cidade, desde a sua conceção aos meios da sua produção; (25%)

    O3: Refletir - sobre essas posições de forma inteligente e crítica, transferindo-as para novas situações decorrentes da prática arquitetónica contemporânea, tanto na sua própria produção como na de outros; (25%)

    O4: Comunicar - uma posição bem elaborada, argumentada e justificada, sustentada por exemplos consistentes, claros e objetivos, através de uma estrutura de raciocínio coerente, lógica e rigorosa, expressa num discurso articulado e adequado à organização dos registos orais, escritos e gráficos. (25%)

     

    Nos casos em que seja aplicado o Regime Especial de Avaliação, de acordo com o artigo 6.º do Despacho Conjunto n.º 06/25 do Regulamento Geral de Avaliação do ISMAT, os estudantes deverão informar o docente durante a primeira semana de aulas, de modo a que sejam acordadas datas e/ou modalidades alternativas de avaliação. Estas poderão assumir a forma de provas orais, provas escritas ou trabalhos suplementares. Caso não haja lugar a esta comunicação, considerar-se-á o aluno em regime de avaliação contínua, sujeito às mesmas regras aplicáveis aos estudantes que não se encontram ao abrigo deste Regime Especial.

     

    Avaliação em Exame (regular e época especial)

     

    A avaliação em exame será realizada através de uma prova oral, na presença de um júri. A sua classificação rege-se pela seguinte ponderação:


    > Exercícios de reflexão: 100%.

     

    Cada exercício terá em consideração os objectivos e critérios de avaliação:

    O1: Conhecer - várias interpretações, perspetivas e protagonistas da formação e transformação das cidades, através de diversos documentos, demonstrando um elevado nível de compreensão dos conteúdos abordados; (25%)

    O2: Investigar - mapeando as genealogias dos elementos, ideias, processos e materiais que participam na construção da cidade, desde a sua conceção aos meios da sua produção; (25%)

    O3: Refletir - sobre essas posições de forma inteligente e crítica, transferindo-as para novas situações decorrentes da prática arquitetónica contemporânea, tanto na sua própria produção como na de outros; (25%)

    O4: Comunicar - uma posição bem elaborada, argumentada e justificada, sustentada por exemplos consistentes, claros e objetivos, através de uma estrutura de raciocínio coerente, lógica e rigorosa, expressa num discurso articulado e adequado à organização dos registos orais, escritos e gráficos. (25%)

     

    Esta Unidade Curricular rege-se pelo Regulamento Geral de Avaliação do ISMAT, conforme Despacho Conjunto 06/25. De acordo com o artigo 5º, esta FUC apresenta normas específicas e complementares. Os alunos com menos de 70% de presenças serão reprovados, salvo exceções previstas no regulamento; a presença na aula será considerada quando o aluno assistir, no mínimo, a 70% do tempo da aula. Nesta Unidade Curricular, todos os exercícios devem ser desenvolvidos pelos alunos, não sendo permitido o uso de ferramentas de Inteligência Artificial e/ou Inteligência Artificial Generativa, ou outros instrumentos usados para criar texto, imagens, código informático, áudio ou outro media. A utilização destas ferramentas generativas será considerada uma violação do Regulamento Geral de Avaliação do ISMAT e será considerada uma forma de fraude (artigo 45.º), sujeita às sanções previstas nesse regulamento. O não cumprimento dos critérios de entrega (datas e formatos), salvo o previsto no Regulamento Geral de Avaliação, assim como o não acompanhamento dos trabalhos, resulta na inexistência de classificação, resultando na não aprovação à unidade curricular (artigo 12.º). Os trabalhos entregues fora do prazo não serão classificados. As Avaliações Contínuas e as provas de Exame começarão no horário estabelecido, devendo todos os alunos inscritos estarem presentes e assinarem a pauta. Haverá 15 minutos de tolerância, findos os quais a avaliação começará avaliando só os alunos presentes. O Enunciado do Exercício//Things It Would Have Been Helpful to Know Before the Revolution complementa os conteúdos da FUC.

     

  • Semestral
  • Frequentemente, a noção de história assume a forma de uma narrativa linear e imparcial de acontecimentos que, a partir do tempo de quem a escreve, contribuem, para uma certa inevitabilidade do passado. Do mesmo modo, a cidade é habitualmente lida, no contexto disciplinar, como um objeto autónomo, imune a constrangimentos externos. Esta UC questiona esses pressupostos e interroga o próprio conceito de história e de cidade, estendendo esta reflexão para além dos limites disciplinares tradicionais. A história será aqui entendida como um relato parcial, feito de múltiplos presentes retrospetivos situados no tempo e no espaço. A cidade será entendida como a materialização de um conjunto de forças resultantes das mais variadas relações de poder que foram tendo lugar ao longo do tempo nesse espaço específico. Compreender de que modo esses "presentes" e essas "forças" têm implicações significativas e podem informar a prática contemporânea do projeto constitui o principal contributo desta UC.