• Aureli, P. V. (2013). The City as a Project. Ruby Press. Benevolo, L. (2001) [1999]. História da Cidade. Editora Perspectiva Benjamin, W. (2010) [1940]. "Sobre o Conceito de História". Assírio e Alvim Harvey, D. (2012). Rebel Cities. From the Right to the City to the Urban Revolution. Verso Koolhaas, R. (2012) [1994]. Três Textos sobre a Cidade. Editorial Gustavo Gili Lefebvre, H. (2011) [1968]. O Direito à Cidade. Centauro Editora Malterre-Barthes, C. (2021). "The Devil is in the Details - Who is it That the Earth Belongs To?", in Non-Extractive Architecture - Designing without Depletion. Sternberg Press Solà-Morales, I. (2009) [1995]. "Terrain Vague", in Territorios. Editorial Gustavo Gili Tafuri, M. (1987) [1980]. The Sphere and the Labyrinth. Avant-Gardes and Architecture from Piranesi to the 1970's. The MIT Press Vidler, A. (2008). Histories of the Immediate Present: Inventing Architectural Modernism. The MIT Press
  • Arquitetura [ISMAT]
  • 367
  • 13723
  • História da Cidade II
  • ISMAT367-13723
  • 4
  • 4
  • 0
  • 12
  • Não
  • Português
  • De acordo com o carácter reflexivo e exploratório da Unidade Curricular, pretende-se que os estudantes experimentem diferentes ferramentas e métodos de trabalho. O propósito é diversificar os regimes de reflexão.   M1: Aulas expositivas; M2: Grupos de análise de textos; M3: Discussão coletiva; M4: Reflexões individuais escritas; M5: Trabalho de grupo orientado; M6: Apresentações públicas.
  • Obrigatório
  • História da Cidade II tem como objetivo o confronto do passado para se compreender o presente e, eventualmente, projetar um futuro, e não como um fim em si mesmo. Para isso, pretende-se que os alunos sejam capazes de:   O1: Conhecer - várias interpretações, perspetivas e protagonistas sobre as organizações das cidades através de textos e projetos a um nível elevado; O2: Investigar - mapeando a genealogia dos materiais de construção da cidade, das ideias aos meios da sua produção; O3: Refletir - sobre essas posições de forma inteligente e crítica, transferindo-as para novas situações decorrentes da prática arquitetónica contemporânea, tanto da sua como a de outros. O4: Comunicar - uma posição bem elaborada, argumentada e justificada, demonstrada com exemplos consistentes, claros e objetivos, com uma estrutura de raciocínio coerente, lógica e rigorosa, através de um discurso bem articulado na instrução e organização dos registos orais, escritos e gráficos.
  • A UC questionará algumas das transformações e expansões das cidades contemporâneas como reação a fenómenos específicos e a sua concretização material, tentando compreender as suas raízes históricas. Partindo de um conjunto de obras e textos, estudar-se-á como os arquitetos, individualmente, responderam com os seus projetos a estes eventos, que interpretação têm de cidade e o que trazem para a sua construção. Mas também, refletir que leituras e interpretações contemporâneas se fazem dessas ações e de que modo podem contribuir para a elaboração do projeto hoje.   P1: Especulação - e o território vago; P2: Globalização - e a cidade genérica; P3: Regeneração - e a quem pertence a Terra; P4: Mapeamento - e os meios de produção.
  • A avaliação da Unidade Curricular é contínua, pressupondo o acompanhamento de todas as fases do desenvolvimento dos trabalhos. A classificação final é determinada pela seguinte ponderação:

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Exercício 1 (análise de textos e discussão coletiva):  12/03/2026

    20%

    Exercício 2 (prova escrita):  19/03/2026

    20%

    Exercício 3a (fase 1): 

    15/04/2026

    10%

    Exercício 3b (fase 2): 

    27/05/2026

    50%

     

    Parâmetros de Avaliação dos trabalhos:

    > Cumprimento dos elementos previstos e descritos no Enunciado do Exercício// Living in a Material World;

    > Perceção dos problemas e sua caracterização, análise e interpretação;

    > Densidade da argumentação, justificação e coerência das posições apresentadas;

    > Qualidade, rigor e clareza na instrução e organização nos registos (documental e oral), incluindo as formas de comunicação e representação;

    > Pertinência, consistência e objetividade do trabalho desenvolvido.

     

     

    Nos alunos em que seja aplicado o Regime Especial de Avaliação de acordo com o artigo 6º conforme Despacho Conjunto 06/25do Regulamento Geral de Avaliação do ISMAT, estes devem informar durante a primeira semana de aulas o docente para que se acorde, entre ambos, outras datas e/ou modalidades alternativas de avaliação (que podem passar por provas orais, escritas ou apresentação de trabalhos suplementares). Caso não haja lugar esta comunicação, considerar-se-á o aluno em regime de avaliação contínua, sujeito às mesmas regras daqueles que não se encontram ao abrigo deste Regime Especial.

     

    Avaliação em Exame (regular e época especial)

     

    A avaliação em exame será realizada através de uma prova escrita. A sua classificação rege-se de acordo com a seguinte ponderação:

     

    Exercícios de reflexão: 100%

     

    Parâmetros de Avaliação da prova:

    > Cumprimento dos elementos descritos no enunciado da prova;

    > Perceção dos problemas e sua caracterização, análise e interpretação;

    > Densidade da argumentação, justificação e coerência das posições apresentadas;

    > Qualidade, rigor e clareza na instrução e organização nos registos, incluindo as formas de comunicação e representação;

    > Pertinência, consistência e objetividade do trabalho desenvolvido.

     

     

    Esta Unidade Curricular rege-se pelo Regulamento Geral de Avaliação do ISMAT, conforme Despacho Conjunto 06/25. De acordo com o artigo 5º, esta FUC apresenta normas específicas e complementares. Os alunos com menos de 70% de presenças serão reprovados, salvo exceções previstas no regulamento; a presença na aula será considerada quando o aluno assistir, no mínimo, a 70% do tempo da aula. Nesta Unidade Curricular, todos os exercícios devem ser desenvolvidos pelos alunos, não sendo permitido o uso de ferramentas de Inteligência Artificial e/ou Inteligência Artificial Generativa, ou outros instrumentos usados para criar texto, imagens, código informático, áudio ou outro media. O uso destas ferramentas será considerado uma violação do Regulamento de Avaliação do ISMAT e tido como uma forma de fraude, com as sanções previstas no Regulamento. O não acompanhamento dos trabalhos significa uma avaliação negativa dessa fase. Os trabalhos entregues fora do prazo não serão avaliados. As Avaliações Contínuas e as provas de Exame começarão no horário estabelecido, devendo todos os alunos inscritos estarem presentes e assinarem a pauta. Haverá 15 minutos de tolerância, findos os quais a avaliação começará avaliando só os alunos presentes. O Enunciado do Exercício//Living in a Material World complementa os conteúdos da FUC.

     

  • Semestral
  • Frequentemente, a noção de história passa, a partir do tempo de quem a escreve, pela narração linear e imparcial de vários acontecimentos que contribuem, mesmo que inadvertidamente, para uma certa inevitabilidade do passado. Do mesmo modo, habitualmente, a cidade, no contexto disciplinar da arquitetura, é lida como um objeto autónomo, imune a constrangimentos externos. Pretende-se questionar esses pressupostos e interrogar o próprio conceito de história e de cidade, estendendo esta reflexão além dos limites disciplinares tradicionais. A história, será considerada como um relato parcial feito de múltiplos presentes retrospetivos situados no tempo e no espaço. A cidade, como a materialização de um conjunto de forças que resultam das mais variadas relações de poder que foram tendo lugar ao longo do tempo naquele espaço específico. Compreender como esses "presentes" e "forças" têm implicações significativas e se podem aplicar na prática atual do projeto é o contributo desta UC.