História da Educação e das Ideias Pedagógicas
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Ariès, P.(1973). A criança e a vida familiar no Antigo Regime. Lisboa: Relógio D`Água. Barroso, J. (2007). A história das instituições escolares: a escola como objecto de estudo. In Pintassilgo et al (org.). A história da educação em Portugal. (pp. 147-177). Porto: Ed. Asa Brás, J. (2008). A higiene e o governo das almas: o despertar de uma nova relação, Revista Lusófona de Educação, 12, 113-138. Brás José & Gonçalves, M. N. (2008). Os saberes e poderes da Reforma de 1905, Revista Lusófona de Educação, 13, 101-121. Brás, J.V. & Gonçalves, M.N (org,) (2011). O imperativo Republicano em Debate. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas. Carvalho, R. (1986). História do ensino em Portugal. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Fernandes, R. (1992). O pensamento pedagógico em Portugal. Lisboa: Instituto de Cultura de Língua Portuguesa. Monroe, P. (1988). História da educação. São Paulo: Editora Nacional. Nóvoa, A. (2003). Dicionário de educadores portugueses. Porto: Edições ASA.
- Educação Básica (L) (IPLUSO)
- 6127
- 22147
- História da Educação e das Ideias Pedagógicas
- IPLUSO6127-22147
- 1
- 3
- 0
- 4
- Não
- Português
- Para a concretização da aprendizagem organizámos o processo integrando metodologias ativas. Todo este processo de ensino-aprendizagem está estruturado de modo a exigir dos alunos uma participação ativa na construção do seu processo de conhecimento. A participação do aluno, envolve a realização de tarefas que solicita: - Pesquisa individual. Os alunos são confrontados com situações que apelam à necessidade de saberem procurar responder individualmente às dúvidas que vão sendo colocadas ao longo das aulas; - Pesquisa de grupo. Os alunos são confrontados com situações que apelam à necessidade da aprendizagem cooperativa. - Debates . Os alunos são confrontados com situações que exigem o confronto de ideias, o desenvolvimento do espírito crítico. Nas diferentes situações-problema, o aluno tem que expressar o seu conhecimento de forma oral e escrita.
- Obrigatório
- 1.Compreender o contributo da História para a interpretação do fenómeno educativo e das instituições educativas; 2.Compreender criticamente o passado, distinguindo as tendências de longo, médio e curto prazo; 3.Descobrir e compreender as raízes históricas das questões educativas contemporâneas; 4. Interpretar a educação na relação histórica com os saberes-poderes
- .A leitura histórica da educação A história da educação como ciência social. Representações e práticas educativas. O tempo da consciência. Memória, unidade e intencionalidade. Transcendência e liberdade. 2. Metamorfoses na Educação A educação no decurso do tempo. O nascimento da Escola Nova. Pedagogos relevantes da educação. 3. O sentimento da infância A criança e o aluno. A criança como classe social e histórica 4. A construção da profissão docente O processo histórico de profissionalização dos professores. 5. O nascimento das instituições educativas 3.1. A relação entre instituição e organização. Olhar historiográfico sobre os espaços destinados à educação. A cultura de escola. 6. O saber e o poder curricular. A fabricação da subjetividade. A construção da diferença. A escolarização dos corpos e mentes.
Descrição dos instrumentos de avaliação (individuais e de grupo) ¿ testes, trabalhos práticos, relatórios, projetos... respetivas datas de entrega/apresentação... e ponderação na nota final.
Exemplo:
Descrição
Data limite
Ponderação
Teste de avaliação
Final do semestre
40%
Apresentação oral (Tema de 1 aula)
Durante as aulas
25%
Trabalho de grupo
A apresentar na antepenúltima semana de aulas
35%
Portfolio Durante o semesre +1 a -1
Adicionalmente poderão ser incluídas informações gerais, como por exemplo, referência ao tipo de acompanhamento a prestar ao estudante na realização dos trabalhos; referências bibliográficas e websites úteis; indicações para a redação de trabalho escrito...
- Semestral
- Esta Unidade Curricular pretende introduzir o aluno na problemática do conhecimento histórico da educação. O conhecimento científico tem uma temporalidade, com as suas continuidades e descontinuidades, o que nos obriga a relacionar o presente com o passado e o futuro. Neste sentido, pretende-se despertar o aluno para a necessidade de aprendermos com o que já fizemos para melhor construirmos o que temos a fazer. Com isto, pretende-se promover o pensamento crítico, e desenvolver uma atitude de ponderação e de abertura ao diálogo, evitando o perigo dos dogmatismos.