Histotecnologia II
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Bancroft JD, Stevens A. (2007). Theory and Practice of Histological Techniques. (6 th ed.). Edinburgh: Churchill Livingstone. Kiernan JA. (2015). Histological and Histochemical Methods. (5 th ed.). United Kingdom: Scion Publishing Ltd. Luna L. (1993). Histopathologic Methods and Color Atlas of Special Stains and Tissue Artifacts. American Histolabs Pub Dept. Carson FL, Hladik C. (2014). Histotechnology: A Self-Instructional Text. (4 th ed.). American Society for Clinical Pathology. Sheehan DC, Hrapchak BB. (1987). Theory and practice of Histotechnology. (2 nd ed.). Batelle Memorial Institute. Woods AE, Roy CE. (1994). Laboratory Histopathology: A Complete Reference. 2 vols. Edinburgh: Churchill Livingstone. Rosai J, Ackerman W. (2011). Surgical Pathology (2 vol). (10 th ed.). Mosby.
- Ciências Biomédicas Laboratoriais (L) (IPLUSO)
- 4084
- 19567
- Histotecnologia II
- IPLUSO4084-19567
- 3
- 5
- 0
- 4
- Não
- Português
- Nas aulas práticas o estudante tem acesso previamente aos protocolos experimentais a realizar em cada sessão de aula, o que lhe permite uma leitura e preparação prévias. Esses protocolos são acompanhados de um conjunto de questões, de modo a garantir a preparação individual e, posteriormente a discussão dos procedimentos e dos resultados.
- Obrigatório
- Conhecer as técnicas histológicas de preparação de tecidos para observação ao microscópio ótico e suas aplicações no diagnóstico anatomo-patológico e investigação. Executar as etapas do processamento histopatológico, nomeadamente, corar e montar os cortes histológicos. Descrever os princípios envolvidos na preparação de cortes de congelação; Comparar os diferentes métodos de congelação de tecidos; Identificar as vantagens dos cortes de congelação comparando com outros métodos de impregnação. Identificar possíveis erros do processamento histológico e solucioná-los corretamente. Reconhecer a importância das técnicas histopatológicas em estudos científicos. Compreender técnicas histopatológicas aplicadas à investigação.
- 1. Coloração. Corantes: nomenclatura Tipos de colorações Coloração de hematoxilina-eosina Aparelhos automáticos de coloração 2. Montagem de cortes histológicos Tipos de meios de montagem Montagem manual e montagem automática 3. Criotomia Métodos de congelação Metodologia de corte em micrótomo de congelação e criostato Exames extemporâneos Congelação de tecido muscular para técnicas de neuropatologia 4. Fotografia e microfotografia 5. Organização do laboratório de histopatologia Organização de um laboratório de rotina diagnóstico Controlo de Qualidade Arquivo de lâminas e blocos Contaminação no Laboratório de Anatomia Patológica 6. Técnicas de investigação em histopatologia Extração de DNA e RNA a partir de blocos de parafina 7. Preparação de peças anatómicas para exposição Métodos de fixação e preservação da forma anatómica das peças anatómicas Métodos de apresentação de peças anatómicas
Descrição Data limite Ponderação 1º Teste de avaliação teórico XX-XX-XXXX 25% 1º Teste de avaliação prático XX-XX-XXXX 25% 2º Teste de avaliação teórico XX-XX-XXXX 25% 2º Teste de avaliação prático XX-XX-XXXX 25% A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações obtidas na componente escrita (T) e na componente prática (PL). A componente escrita consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima é de 9,5 valores. A componente prática consta de 2 momentos de avaliação práticos realizados durante as aulas. A classificação mínima em cada frequência prática é de 9,5 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas em cada componente, tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.
- Semestral
- Nesta unidade curricular, será explicada a metodologia de coloração de cortes histológicos e obtenção de cortes histológicos por congelação. Embora as técnicas abordadas na unidade curricular de Histotecnologia I (fixação, microtomia ) tenham permanecido tranquilizadoramente constantes, houve grandes avanços em termos de metodologia imunológica, diagnóstico molecular e digital. O desenvolvimento progressivo de técnicas moleculares nos últimos 20 anos, girando em torno do DNA e da hibridação in situ, permitiu a criação de novos testes genéticos e oportunidades de diagnóstico para o laboratório. A patologia digital, em particular, é a nova fronteira, e o controlo da qualidade é fundamental para uma histotecnologia moderna e relevante.