• Suvarna, S. K., Layton, C. & Bancroft, J. D. (2019). Bancroft's Theory and Practice of Histological Techniques (8th ed.). Elsevier. Carson, F. L., & Hladik, C. (2021). Histotechnology: A Self-Instructional Text (5th ed.). ASCP Press. Pantanowitz, L., et al. (2020). Review of the current state of whole slide imaging in pathology. Journal of Pathology Informatics. Bera, K., Schalper, K. A., Rimm, D. L., Velcheti, V., & Madabhushi, A. (2019). Artificial Intelligence in Digital Pathology. Nature Reviews Clinical Oncology, 16, 703-715. College of American Pathologists (2021). Validating Whole Slide Imaging for Diagnostic Purposes. European Society of Digital and Integrative Pathology (ESDIP). Recomendações para Patologia Digital. WHO Classification of Tumours Editorial Board. (2024). WHO Reporting System for Digital Pathology. IARC.  
  • Ciências Biomédicas Laboratoriais (L) (IPLUSO)
  • 4084
  • 19567
  • Histotecnologia II
  • IPLUSO4084-19567
  • 3
  • 5
  • 0
  • 4
  • Não
  • Português
  • As metodologias inovadoras de suporte ao processo de ensino-aprendizagem valorizam uma abordagem ativa, prática e centrada no estudante, articulando conhecimentos teóricos, competências técnicas e aplicação laboratorial. A aprendizagem baseada em problemas e em casos laboratoriais desenvolve raciocínio técnico, capacidade de análise, tomada de decisão e resolução de erros do processamento histológico. A utilização de imagens histológicas, lâminas digitais, plataformas de Whole Slide Imaging e recursos multimédia favorece a observação, interpretação e comparação de resultados. As atividades práticas, simulações, discussão orientada de casos e análise crítica de procedimentos reforçam a autonomia e a aprendizagem colaborativa. A integração de ferramentas digitais, análise computacional de imagem e inteligência artificial aproxima o ensino da prática atual em Anatomia Patológica, estimulando literacia digital, pensamento crítico e adaptação a contextos profissionais inovadores.
  • Obrigatório
  • Conhecer e compreender as técnicas histológicas de preparação de tecidos para observação ao microscópio ótico e a sua aplicação no diagnóstico anatomo-patológico e na investigação. Executar as técnicas de coloração e montagem de cortes histológicos. Descrever os princípios da preparação de cortes de congelação, comparar métodos de congelação de tecidos e reconhecer vantagens face a outros métodos de impregnação. Identificar erros do processamento histológico e aplicar medidas corretivas adequadas. Reconhecer a relevância das técnicas histopatológicas em estudos científicos e investigação. Compreender os fundamentos da patologia digital e a sua relação com a Histotecnologia. Conhecer os requisitos pré-analíticos para digitalização de lâminas e a importância da qualidade histotécnica nas imagens digitais. Utilizar plataformas de Whole Slide Imaging e compreender princípios de análise computacional, inteligência artificial e controlo de qualidade no fluxo digital em Anatomia Patológica.
  • Coloração: corantes, nomenclatura, tipos de colorações, hematoxilina-eosina e aparelhos automáticos. Montagem de cortes histológicos: meios de montagem, montagem manual e automática. Criotomia: métodos de congelação, corte em micrótomo de congelação e criostato, exames extemporâneos e congelação de tecido muscular para neuropatologia. Fotografia, microfotografia e organização do laboratório de histopatologia: rotina diagnóstica, controlo de qualidade, arquivo de lâminas e blocos e prevenção da contaminação. Técnicas de investigação em histopatologia, incluindo extração de DNA e RNA a partir de blocos de parafina. Preparação de peças anatómicas para exposição: fixação, preservação da forma anatómica e apresentação. Patologia digital aplicada à Histotecnologia: fundamentos, Whole Slide Imaging, requisitos histotécnicos, qualidade da imagem, arquivo digital, interoperabilidade, análise computacional, inteligência artificial, telepatologia e integração com medicina de precisão.
  •  

                 Descrição         Data limite           Ponderação
    1º Teste de avaliação teórico XX-XX-XXXX 25%
    2º Teste de avaliação teórico XX-XX-XXXX 25%
    1º Teste de avaliação prático 06-10-2026 12,5%
    2º Teste de avaliação prático 19-10-2026 12,5%
    3º Teste de avaliação prático 19-11-2026 12,5%
    4º Teste de avaliação prático 10-12-2026 12,5%

     

    A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações obtidas na componente escrita (T) e na componente prática (PL). A componente escrita consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima em cada frequência é de 9,5 valores. A componente prática consta de 4 momentos de avaliação práticos realizados durante as aulas. Os quatro momentos de avaliação prática incidem sobre as seguintes atividades: Preparação de Soluções (12,5%), Técnicas de Coloração H&E - Hematoxilina e Eosina (12,5%), Montagem de Lâminas Histológicas (12,5%) e Microtomia (12,5%). A classificação mínima em cada frequência prática é de 9,5 valores.

    A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas em cada componente, tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.

     

     

     

     

  • Semestral
  • Nesta unidade curricular, será explicada a metodologia de coloração de cortes histológicos e obtenção de cortes histológicos por congelação. Embora as técnicas abordadas na unidade curricular de Histotecnologia I (fixação, microtomia ) tenham permanecido tranquilizadoramente constantes, houve grandes avanços em termos de metodologia imunológica, diagnóstico molecular e digital. O desenvolvimento progressivo de técnicas moleculares nos últimos 20 anos, girando em torno do DNA e da hibridação in situ, permitiu a criação de novos testes genéticos e oportunidades de diagnóstico para o laboratório. A patologia digital, em particular, é a nova fronteira, e o controlo da qualidade é fundamental para uma histotecnologia moderna e relevante.