• Dabbs DJ (2019) Diagnostic Immunohistochemistry: Theranostic and Genomic Applications. (5 th ed.): Elsevier. Suvarna, S. K., Layton, C. L & Bancroft, J. D. (2019). Bancroft's theory and practice of histological techniques . (8th ed). Amersterdam: Elsevier Cook, D. J. & Warren, P. J. (2015). Cellular pathology: an introduction to techniques and applications . Banbury: Scion Publishing Ltd.  
  • Ciências Biomédicas Laboratoriais (L) (IPLUSO)
  • 4084
  • 19573
  • Imunohistoquímica e Patologia Molecular
  • IPLUSO4084-19573
  • 3
  • 5
  • 0
  • 4
  • Não
  • Português
  • Nas aulas práticas o estudante tem acesso previamente aos protocolos experimentais a realizar em cada sessão de aula, o que lhe permite uma leitura e preparação prévias. Esses protocolos são acompanhados de um conjunto de questões, de modo a garantir a preparação individual e, posteriormente a discussão dos procedimentos e dos resultados.
  • Obrigatório
  • Definir e explicar conceitos teóricos associados à prática da imunohistoquímica; Reconhecer a estrutura e função de um anticorpo e distinguir um anticorpo policlonal de um anticorpo monoclonalquanto à sua produção, sensibilidade, especificidade e reatividade cruzada; Descrever e explicar os fundamentos teóricos dos vários métodos imunohistoquímicos, nomeadamente os de imunofluorescência e imunoenzimáticos; Identificar e distinguir os diferentes métodos de recuperação antigénica utilizados na rotina e explicá-los; Nomear, identificar e explicar os vários sistemas de revelação e os vários sistemas de amplificação de sinal; Interpretar e avaliar corretamente as marcações imunocitoquímicas; Analisar fotos de preparações imunocitoquímicas para identificação de artefactos associados a erros no procedimentotécnico; Identificar possíveis causas para a obtenção de marcação de fundo e escolher medidas corretivas para a sua eliminação.
  • 1.Imunohistoquímica e enquadramento na rotina diagnóstica em Anatomia Patológica. 2.Conceitos básicos aplicados na imunocitoquímica: Antigénios; Anticorpos, estrutura e subtipos de anticorpos; e ligaçãoantigénio-anticorpo. 2.1. Métodos imunohistoquímicos 2.1.1.Método directo 2.1.2.Métodos indirectos 2.2. Recuperação antigénica 2.2.1.Recuperação enzimática 2.2.2.Recuperação induzida por calor 2.2.2.1.Soluções de recuperação 3.Bloqueio de substâncias endógenas 4.Automatização em Imunohistoquímica 5.Controlo de Qualidade em Imunohistoquímica 5.1.Controlo de qualidade interno 5.2.Controlo de qualidade externo 6.Diagnóstico em imunocitoquímica - Marcadores Tumorais na rotina diagnóstica em Anatomia Patológica 7.Patologia molecular 7.1.Técnicas de diagnóstico em patologia molecular 7.2.Principais moléculas utilizadas 7.2.1.1.Tipos de moléculas 7.2.1.2.Importância das moléculas utilizadas
  •  

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Teste de avaliação teórico I

    dd-mm-yyyy

    25%

    Teste de avaliação teórico II dd-mm-yyyy 25%

     Teste de avaliação prática I

    dd-mm-yyyy

    25%

     Teste de avaliação prática II

    dd-mm-yyyy

    25%

    A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações obtidas na componente escrita (T) e na componente prática (PL). A componente escrita consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima é de 9,5 valores. A componente prática consta de 2 momentos de avaliação práticos realizados durante as aulas. A classificação mínima em cada frequência prática é de 9,5 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas em cada componente, tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.

     

  • Semestral
  • Esta unidade permite aos alunos compreender as bases da patologia molecular, as principais técnicas e moléculas utilizadas no diagnóstico e a sua importância no contexto da patologia.