Osteopatia no Desporto
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Chantepie, A.; J.-F. Pérot, Ph. (2011). Osteopathie du sport. Toussirot. Maloine. Karageanes, S. J. (2005). Principles of manual sports medicine. Lippincott Williams & Wilkins. McKone, W. L. (1997). Osteopathic athletic health care. Capman & Hall. Nicholas, A.; Nicholas, E. A. (2012). Atlas of osteopathic techniques. Lippincott Williams & Wilkins. Ricard, F.; Sallé, J.L.; (2010). Tratado de Osteopatia. (3a ed.). Madrid: Panamericana. Tuker,C. (1990); The mechanics of sports injuries: an osteopathic approach. Ward, R. C. (1997). Foundations for osteopathic medicine. Lippincott Williams & Wilkins. Zebrowska, A., Trybulski, R., Roczniok, R., & Marcol, W. (2019). Effect of Physical Methods of Lymphatic Drainage on Postexercise Recovery of Mixed Martial Arts Athletes. Clinical journal of sport medicine: official journal of the Canadian Academy of Sport Medicine, 29(1), 49–56.
- Osteopatia (L) (IPLUSO)
- 4086
- 19459
- Osteopatia no Desporto
- IPLUSO4086-19459
- 2
- 5
- 0
- 4
- Não
- Português
- Incluir também as metodologias inovadoras de suporte ao processo de ensino-aprendizagem utilizadas
- Obrigatório
- A atuação do osteopata no desporto pressupondo um trabalho com atletas de todas as idades e capacidades, profissionais e amadores, tanto numa perspetiva de prevenção das lesões como no melhoramento funcional, é necessário desenvolver e aprofundar conhecimentos científicos e técnicos que lhe permita uma prática de intervenção baseada na evidência. A formação proposta abarca as seguintes competências: Prevenção de lesões desportivas; Intervenção da osteopatia no desporto; Compreensão das necessidades específicas dos atletas; Treinar o diagnóstico diferencial dentro do processo de avaliação; Interpreta adequadamente os resultados dos testes no processo de Avaliação Osteopática; Dominar os conhecimentos que justificam a seleção e aplicação de cada uma das técnicas.
- 1 Abordagem dos conceitos osteopáticos no desporto. 1.1 Raciocínio osteopático no desporto e fatores biomecânicos, fisiopatologia, diagnóstico diferencial e protocolo de tratamento: Abordagem osteopática da bacia; Lombalgias e lombociatalgias; dorsalgias; cervicalgias e cervicobraquialgias. 1.2. Patologias mais comuns no desporto: Membro Superior - biomecânica, fisiopatologia e protocolo de tratamento: coifa dos rotadores; epicondilite e epitrocleíte; síndrome do túnel cárpico; tendinopatias do membro superior; disfunções e lesões crónicas/agudas do ombro, cotovelo, punho e mão incluindo tendinopatias, lesões miofasciais e de esforço repetitivo. Membro Inferior - biomecânica, fisiopatologia e protocolo de tratamento: entorse da tibiotársica; lesões do pé; lesões agudas e crónicas dos meniscos, pubalgia; disfunções e lesões crónicas/agudas da coxa, joelho, tornozelo e pé, incluindo tendinopatias, lesões miofasciais e de esforço.
Descrição Data limite Ponderação 1ª Frequência Teórica XX/XX/XXXX
25%
1ª Frequência Prática XX/XX/XXXX
25%
2ª Frequência Teórica XX/XX/XXXX
25%
2ª Frequência Prática XX/XX/XXXX
25%
A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações adquiridas na componente escrita (T) e na componente prática (PL). A componente Teórica consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima em cada frequência é de 9,5 valores. A componente prática consta de dois momentos de avaliação práticos realizados durante as aulas laboratoriais. A classificação mínima de cada momento é de 9,5 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.
- Semestral
- As Actividades Físicas e Desportivas são uma realidade de enorme importância social. O Desportista solicita o organismo humano a sobrecargas, por vezes muito próximas dos limites de acomodação. A Osteopatia, como prática clínica que procura o equilíbrio orgânico tem um papel fundamental na preparação do corpo humano para a actividade física desportiva, assim como na recuperação e reabilitação dos níveis otimizados de homeostasia, não só do aparelho músculo-esquelético, mas também de todas as estruturas e mecanismos fisiológicos associados ao gesto desportivo.