Prática Clínica Osteopática II
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Barral J. P. (2004) Manipulations viscérales 2. Paris: Elsevier. Busquet L. (2006). La osteopatía craneal. Barcelona (España): Paidotribo. Chaitow, L. (1981). Instant pain control Trigger Point Self-treatment. HarperCollins Publishers Ltd Chantepie, A.; Toussirot, P. & Perot, J-F. (2007). Osteopatia Clínica e Pratica. Editora Andrei. Chila, A. (2011). Foundations for osteopathic medicine. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins. DiGiovanna, E. L.; Schiowitz, S.; Dowling, D. J.; (2005). An osteopathic approach to diagnosis and treatment. Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins. Ducle Soares, J.L. (2007). Semiologia Médica - Princípios, Métodos e Interpretação. Lidel. Guccione, A. & Wong, R. (2011). Geriatric Physical Therapy. Elsevier. Buckup & J. Buckup (2016), Clinical tests for the musculoskeletal system. Stuttgart: Thieme. Cook, C. & E. Hegedus (2015), Testes ortopédicos em Fisioterapia (pp. 113-141). São Paulo: Manole
- Osteopatia (L) (IPLUSO)
- 4086
- 19461
- Prática Clínica Osteopática II
- IPLUSO4086-19461
- 4
- 30
- 0
- 4
- Sim
- Português
- Nesta unidade curricular os estudantes podem assumir a liderança do processo de ensino-aprendizagem. Ao conferir ao estudante este tipo de autonomia, está a ser potenciando o desenvolvimento de um sentimento de domínio sobre os diversos assuntos inerentes à prática clínica osteopática.
- Obrigatório
- A evolução do conhecimento demonstrou que a prática de uma profissão implica um compromisso equilibrado entre a formação teórica, a prática teórica e a prática efetiva, adquirida com supervisão rigorosa no contexto da futura prática profissional e permite: Aplicar os princípios, conhecimentos e métodos osteopáticos de forma ética e científica. Avaliar objetiva e subjetivamente o utente, tendo por objetivo atingir um diagnóstico osteopático. Registar a avaliação e intervenção efetuada. Planear uma intervenção com base nos conhecimentos lecionados. Desenvolver capacidades de comunicação interpessoal, profissional e com o utente/família. Ser capaz de relacionar os conhecimentos adquiridos na elaboração da entrevista, planificação de avaliação, elaboração de um diagnóstico e plano de intervenção. Ter a capacidade para reconhecer as limitações da sua intervenção perante os conhecimentos obtidos até ao nível de formação atual
- Anamnese: Recolha de informação. Identificação. História atual. Antecedentes pessoais. Antecedentes familiares. Sintomatologia. Semiologia clínica e exames complementares de diagnóstico. Exame Osteopático: Avaliação da Integridade do Tecido Mole. Avaliação estrutural e funcional e respetivas disfunções. Identificação de restrições de mobilidade. Determinação de alterações de sensibilidade dos tecidos. Teste Neurológico Exame Semiológicos: Cardiovasculares e Respiratório Gastrointestinais Uro-genitais Diagnóstico diferencial. Prognóstico. Plano terapêutico. Aplicação das técnicas de tratamento osteopático. Reavaliação. Reformulação do prognóstico da estratégia terapêutica. Registo Clínico.
Descrição
Data limite
Ponderação
Prática Clínica
dd-mm-yyyy
80%
Case report
dd-mm-yyyy
20%
O ensino é eminentemente prático. A unidade curricular é efetivada por avaliação contínua e possui duas componentes, a prática clínica (PC) e a elaboração de um relatório de estágio (RE). A componente clínica é avaliada através do Interesse pela aprendizagem 0-2; Assiduidade e pontualidade 0-1; Comunicação com o paciente 0-1; Comunicação com outros profissionais; 0-1; Prática de observação e registo clínico 0-2; exame osteopático 0-3; Testes neurológicos e exame semiológico 0-2; diagnóstico diferencial, prognóstico e plano terapêutico 0- 3; aplicação das técnicas de tratamento osteopático 0-3; reavaliação e revisão do prognóstico e da estratégia terapêutica 0-1; e registo clínico 0-1 valores.
A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,80 PC + 0,20 RE. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.- Semestral
- Nesta unidade curricular, os estudantes desenvolvem um nível mais elevado de autonomia assumindo maior responsabilidade pelo processo clínico. Sob supervisão direta do supervisor clínico, os estudantes realizam a gestão clínica, diagnóstico, e tratamento dos pacientes. O supervisor clínico está sempre presente na sala de tratamento durante o diagnóstico e o tratamento dos pacientes, aprovando todo o tratamento e fornecendo orientações conforme necessário. Espera-se que os estudantes demonstrem um nível mais elevado de competência quando começarem a desenvolver de modo independente um plano de avaliação e tratamento, revelando assim autonomia no atendimento aos clientes.