• Allen, E. (2008). Cómo funciona un edificio: Principios elementales. Gustavo Gili. (1ª 1980). Bachelard, G. (2008). A poética do espaço (2ª ed.). Martins Fontes. Bourdieu, P. (2002). A casa ou o mundo ao contrário. In Esboço de uma teoria da prática (pp. 37-55). Celta. Campos Baeza, A. (s.d.). Palimpsesto architectónico. Ching, F. D. K. (1996). Architecture: Form, space, and order (2º ed). Van Nostrand Reinhold. Fathy, H. (2009). Arquitectura para os pobres: Uma experiência no Egipto rural. Argumentum/Dinalivro. Forjaz, J. (2018). Pensar arquitectura. Caleidoscópio. Giedion, S. (2004). Espaço, tempo e arquitectura: O desenvolvimento de uma nova tradição. Martins Fontes. Gomes, M. J. A. (2016). Bairro da Malagueira de Siza Vieira. Caleidoscópio. Hertzberger, H. (2006). Lições de arquitectura. Martins Fontes. Lorenzo de la Plaza Escudero. (2017). Pequeño diccionario visual de términos arquitectónicos. Ediciones Cátedra. Mascarenhas, J. (2007). Sistemas de construção I-XVIII. Livros Horizonte.
  • Arquitetura [ISMAT]
  • 367
  • 2413
  • Projeto IV
  • ISMAT367-2413
  • 2
  • 10
  • 0
  • 12
  • Não
  • Português
  • M1-Aulas teórico-práticas com enquadramento conceptual e aprendizagem baseada em problemas. M2-Abordagem interdisciplinar com instrumentos da arquitetura. M3-Aulas práticas de (re)desenho e análise de projetos de referência. M4-Exercícios rápidos para estimular criatividade. M5-Dois exercícios principais sobre programa cultural e habitação. M6-Projeto desenvolvido ao nível do Projeto Base. M7-Ênfase na comunicação gráfica: desenho livre, técnico e peças diversas. M8-Apresentações faseadas com análise, crítica e discussão coletiva. M9-Visitas de estudo para observação e reflexão. M10-Trabalho autónomo orientado fora das aulas. M11-Tutoria individual ajustada a cada aluno e projeto. M12-Trabalho de grupo orientado. M13-Atividades lúdicas (cartas, glossários, exposições) que reforçam aprendizagem. M14-Aulas com instituições e especialistas, com debate crítico.
  • Obrigatório
  • O1: Desenvolver a capacidade de projetar a partir do pensamento e crítica (observação e análise), do desenho (processo) e do espaço (escala, forma e estrutura). O2: Explorar as noções do espaço habitar, no edifício e no contexto da cidade. O3: Desenvolver as noções de escala. O4: Desenvolver os fundamentos do desenho técnico. O5: Desenvolver a elaboração de maquetes como ferramenta de projeto. O6: Conhecer as técnicas e os materiais elementares de construção. O7: Conhecer e estudar casos notáveis da arquitetura. O8: Entender a importância do papel da arquitetura na sociedade nos vários espectros: sociais, económicos, culturais, ambientais e na qualidade de vida dos cidadãos, quer no contexto do habitar do espaço privado, como no contexto do habitar o espaço público ou coletivo, que engloba os mais variados programas. O9: Entender a capacidade da arquitetura de funcionar como elemento regenerador do tecido urbano e de resolução de problemas da sociedade e da cidade.
  • CP1-Observação, análise e crítica: leitura do espaço e território, com ferramentas gráficas, fotográficas e escritas, articulando análise, conceito e processo CP2-Desenho: instrumento de conceção e comunicação, incluindo esquisso, maquete e meios digitais CP3-Escala, forma e estrutura: relação corpo-espaço, geometria e organização funcional e contextual CP4-Espaço habitado: tipologias residenciais e articulação entre espaços privado, coletivo e público, com inserção urbana CP5-Desenho técnico: normas, plantas, cortes, alçados, escalas e representação tridimensional CP6-Maquete: tipos, materiais e técnicas como meio de análise e comunicação CP7-Construção: sistemas, materiais e relação entre técnica, expressão e sustentabilidade CP8-Arquitetura moderna/contemporânea: estudo de referências e conceitos do habitar CP9-Arquitetura e sociedade: responsabilidade social, regeneração urbana e sustentabilidade CP10-Projeto integrado: desenvolvimento proj articulando programa contexto, forma e representaç
  • A Avaliação Contínua (AC) é feita com a seguinte ponderação (para cada exercício):

    20% 1ª fase: Análise, conceito base e proposta inicial

    20% 2ª fase: Estudo e evolução da proposta

    20% 3ª fase: Projeto e elementos finais

    15% 4ª fase: Apresentação oral final das peças (escritas e desenhadas) e discussão crítica pública da proposta

    10% Assiduidade, interesse demonstrado e qualidade de participação nas aulas

    15% Desenvolvimento individual do aluno e dentro do grupo e participação em Workshops

     

    A apresentação dos elementos de avaliação curricular é feita preferencialmente de modo presencial, podendo ser de modo não presencial, caso esteja em vigor o sistema de ensino à distância.

    O Exame consiste na entrega/ melhoria do trabalho do semestre. Poderá ser feita uma prova teórico-prática no dia do exame.

    A avaliação em Época de Recurso (ER), é possível nos termos do Regulamento de Avaliação de Conhecimentos do ISMAT.

    A avaliação em Época Especial (EE), é possível nos termos do Regulamento de Avaliação de Conhecimentos do ISMAT.

     

    Observações

    1. Em tudo o omisso aplica-se o regulamento geral de Avaliação do ISMAT e demais regulamentos em vigor no ISMAT.

    2. É necessária a presença em aula num mínimo de 75%

    3. A programação prevista para a UC poderá sofrer alterações, mediante necessidades verificadas

    4. O número de exercícios a desenvolver pelos estudantes poderá ser alterado, mediante necessidades verificadas, implicando a redistribuição da ponderação da avaliação

    5 Está prevista a possibilidade de interação em sistema de ensino á distância, na eventualidade de se revelar impossível a realização de aulas presenciais.

  • Semestral
  • A unidade curricular de Projeto IV incide em desenvolver um pensamento critico essencial à prática do arquiteto e ao desenvolvimento de um projeto de arquitetura. Desenvolver ferramentas para elaborar projetos em diferentes contextos e condicionantes, considerando sempre o espaço habitável de acordo com um programa. A UC retende proporcionar um ambiente de atelier, de desenho e discussão entre estudantes e professores sobre as diferentes áreas disciplinares que convergem para o projeto. Deste modo, em termos de abordagem temática, no 2º semestre, do 2º ano, pretende-se focar as características do objeto construído, de acordo com um programa cultural e espaço de residência considerando, desde logo, a materialidade, a técnica e a ecologia da construção. O mote para o 2º semestre do 2º ano de Projeto, assenta no tema: "O espaço cultural e de residência. O objeto construído: aspetos materiais, construtivos e a ecologia da construção".