• Farmer, R.; Miller, D.; Lawrenson, R. (1996). Epidemiology and Public Health Medicine. (4 th ed.). Blackwell Science. Oliveira, A. (2009). Bioestatística, Epidemiologia e Investigação. Teoria e aplicações. Lidel. Stone, D.B.; Armstrong, R.W.; Macrina, D.M; Pankau, J.W. (1999). Introdução à Epidemiologia. McGraw-Hill. Greenberg R.S.; Daniels S.R.; Flanders W.D.; Eley J.W.; Boring J.R. (2005). Epidemiologia Clínica. (3ª ed.). Artmed Editora. Abramson, J.H. (1990). Survey Methods in Community Medicine. An Introduction to Epidemiological and Evaluative Studies. (4 th ed). Churchill Livingston. McKenzie, J.F.; Pinger R. R. (2014). An Introduction to Community & Public Health. (8 th ed.). Jones & Bartlett Learning
  • Farmácia (L) (IPLUSO)
  • 4003
  • 19445
  • Saúde Pública, Epidemologia e Ecologia
  • IPLUSO4003-19445
  • 1
  • 4
  • 0
  • 4
  • Não
  • Português
  • Nesta unidade curricular, recorre-se à metodologia Team-based learning (TBL), com a realização de tarefas em pequenos grupos, permitindo o desenvolvimento da capacidade de análise e aplicação dos conceitos teóricos.
  • Obrigatório
  • Abordar os conteúdos mais relevantes da epidemiologia descritiva e da epidemiologia analítica. Fornecer aos alunos conceitos de ecologia, enquanto disciplina científica transversal, passíveis de serem utilizados para a compreensão de diversos fenómenos ambientais com importância clínica. Descrever a importância da epidemiologia na tomada de decisões em administração da saúde. Estimular os alunos a incorporarem a metodologia epidemiológica no raciocínio profissional. Dominar os principais conceitos da epidemiologia e da saúde pública, tendo em consideração o perfil destes profissionais de saúde. Elaborar um protocolo de investigação epidemiológica. Organizar estratégias alternativas para o controlo, prevenção e vigilância epidemiológica de problemas de Saúde Pública. Incorporar na sua atividade profissional as ferramentas disponíveis em epidemiologia. Ensinar como investigar na área da saúde e interpretar a epidemiologia das doenças.
  • Saúde Pública e Epidemiologia Conceitos fundamentais Evolução da Saúde Pública História natural da doença Saúde comunitária Aplicações da epidemiologia Níveis de prevenção Tipos de Rastreios e critérios param a criação de um programa de saúde Epidemiologia das doenças infeciosas e das doenças crónicas Vigilância epidemiológica e o ciclo da vigilância epidemiologia Delineamento de um estudo epidemiológico Tipos de estudos em epidemiologia Conceito de risco Ecologia Divisões. Componente biótica, abiótica e fluxos dos ecossistemas. Como ciência: as quatro componentes. Método científico aplicado à Ecologia: avaliação científica; análise de risco; educação do público; ação política; continuidade. Escalas em Biologia: horizontal e vertical.
  •  

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    1º Teste de avaliação Teórico

    dd-mm-yyyy

    50%

    2º Teste de avaliação Teórico

    dd-mm-yyyy

    50%

     

    A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações obtidas na componente teórica (T). A avaliação consta da realização de duas frequências. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 T. A classificação mínima em cada frequência teórica é de 8 valores. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas em cada componente, tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.

  • Semestral
  • Esta unidade curricular explora as questões culturais e ambientais que contribuem para a saúde e a doença na nossa sociedade. Os conteúdos programáticos incluem uma caracterização do nosso sistema de saúde, epidemiologia, como a socioeconomia dos indivíduos influencia os serviços de saúde, a saúde mundial, a prevenção de doenças e a conscientização da população em risco. Esta unidade curricular explora as formas pelas quais os diferentes profissionais de saúde das áreas dos cuidados e do diagnóstico se relacionam e são afetados pelo sistema de saúde pública em Portugal e na Europa.