Técnicas Manipulativas Osteopáticas I
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Chila, A. (2011). Foundations for osteopathic medicine (3 rd ed.). Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins. DiGiovanna, E. L.; Schiowitz, S.; Dowling, D. J.; (2005). An osteopathic approach to diagnosis and treatment (3 rd ed.). Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins . Essig-Beatty, D. et al (2011). The Pocket manual of OMT: Osteopathic Manipulative Treatment for Physicians (2 nd ed.) Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins. Kuchera, M.; Kuchera, W. (1994). Osteopathic considerations in systemic Dysfunction . (2 nd ed.) Dayton: Greyden Press, LLC. Lederman, E. (2000) Harmonic Technique. London: Churchill Livingstone McKone, W. (1997). Osteopathic athletic heal care. London: Chapman& Hall Nelson, K.E.; Glonek, T. (2007). Somatic dysfunction in osteopathic family medicine . Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins Nicholas, A. (2012). Atlas of osteopathic techniques (2 nd ed.). Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins
- Osteopatia (L) (IPLUSO)
- 4086
- 19446
- Técnicas Manipulativas Osteopáticas I
- IPLUSO4086-19446
- 2
- 7
- 0
- 4
- Não
- Português
- Expositiva, demonstrativa, participativa e resolução de problemas. A unidade curricular pode ser efetivada por avaliação contínua ou por avaliação final. A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações obtidas na componente escrita (T), na componente prática (PL). A componente escrita consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima em cada frequência é de 8 valores. A componente prática consta de 2 momentos de avaliação práticos realizados durante as aulas práticas, devendo ser igual ou superior a 9,5 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.
- Obrigatório
- Conhecer os princi¿pios gerais das técnicas manipulativas osteopáticas; Adquirir conhecimentos a utilizar nos vários campos do diagnóstico e do tratamento osteopático, a aplicar noutras unidades curriculares e prática clínica; Desenvolver e aplicar o conceito START aplicado ao membro inferior e região pélvica; Compreender as variáveis fundamentais que caracterizam cada uma das técnicas manipulativas; Identificar, interpretar, descrever e tratar disfuncões resultantes da perversão da relação entre a estrutura e a função; Aplicar técnicas harmónicas e articulares; Reconhecer que as técnicas harmónicas, com recurso a movimentos rítmicos promovem a libertação das estruturas musculares, tendinosas, capsulas articulares e melhoram a amplitude articular; Reconhecer que as técnicas de mobilização articular são utilizadas para melhorar a mobilidade articular ou para diminuir a dor articular.
- 1. Diagnóstico em osteopatia: conceito START aplicado ao membro inferior e região pélvica: 1.1. Anamnese; 1.2. Avaliação em posição ortostática (em carga); 1.3. Testes globais, regionais e especiais. 2. Introdução; Princípios mecanofisiológicos; Indicações e contra-indicações e demonstração das: 2.1. Tecnicas harmónicas; 2.2. Tecnicas articulares; 2.2.1. Tecnicas de baixa velocidade e de elevada amplitude (LVHA) e ténicas músculoenergéticas; 2.2.2. Tecnicas de impulso de alta velocidade (HVLA).
Descrição
Data-limite
Ponderação
1ª Frequência Teórica
dd-mm-yyyy
25%
1ª Frequência Prática
dd-mm-yyyy
25%
2ª Frequência Teórica
dd-mm-yyyy
25%
2ª Frequência Prática
dd-mm-yyyy
25%
A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações adquiridas na componente escrita (T) e na componente prática (PL). A componente Teórica consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima em cada frequência é de 9,5 valores. A componente prática consta de 2 momentos de avaliação práticos realizados durante as aulas laboratoriais. A classificação mínima de cada momento é de 9,5 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.
- Semestral
- Sendo a Osteopatia uma prática clínica essencialmente manipulativa (uso de técnicas e práticas manuais com o objetivo de recuperar a estrutura corporal e/ou optimizar as funções internas), a UC pretende fornecer estas ferramentas terapêuticas fundamentais. Pretende também desenvolver as competências de interpretação dos desequilíbrios da homeostasia utilizando para isso a análise e observação das várias dimenções da estrutura corporal de forma a estabelecer um diagnóstico diferencial.