• • Aulton, M.E., ( 2002) Pharmaceutics - The Science of Dosage Forms Design, 2nd edition, Edinburgh, Churchill Livingstone • Lachman, Lieberman, Kanig, (2001) Teoria e Pratica na Indústria Farmacêutica, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, • Niazi, S. K. ,(2009) Handbook of Pharmaceutical Manufacturing Formulations: Sterile Products. (vol. six - 2nd ed.) New York: Informa Healthcare, • Nunes, F. (2006) – Segurança e Higiene no Trabalho – “Manual Técnico”. Amadora: Editora Gustave Eiffel. 1ª ed.,  • Oliveira, Lurdes (2007) – Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho “Manual de Apoio”. Porto: Vida Económica, 2ª ed. Karen Davis (2014) Sterile Processing for the Pharmacy Technicians, (Elsevier, Alabama) Mike Johnston (2011) Sterile Products and Aseptic Techniques for the Pharmacy Technician, second edition”, (Pearson) 
  • Farmácia (L) (IPLUSO)
  • 4003
  • 19594
  • Tecnologia de Produção Asséptica
  • IPLUSO4003-19594
  • 3
  • 4
  • 0
  • 4
  • Não
  • Português
  • Nesta unidade curricular, recorre-se à metodologia Team-based learning (TBL), com a realização de tarefas em pequenos grupos, permitindo o desenvolvimento da capacidade de análise e aplicação dos conceitos teóricos.  
  • Obrigatório
  • - Conhecer os métodos de descontaminação, desinfecção e esterilização; - Conhecer as diferentes formas práticas de desenvolver técnicas assépticas em farmácia e sua aplicação nos diferentes contextos de acordo com os diferentes níveis de exigência; - Adquirir espírito crítico perante situações reais e saber que técnicas utilizar em cada contexto, promovendo a segurança global e a qualidade do trabalho; - Aplicar os conhecimentos teóricos e desenvolver a prática das técnicas de assepsia no contexto da farmácia; - Identificar as condições técnicas (instalações e equipamentos) ideais para a aplicação destas técnicas e apresentar, sempre que possível, sugestões para sua melhoria equalidade; - Organizar e gerir, de modo eficaz, o tempo e os recursos disponíveis no âmbito da sua atividade.
  • Preparações estéreis em meio hospitalar 1. Tipos de preparações estéreis em meio hospitalar: 1.1. Manipulação de citotóxicos 1.2. Nutrição pararentérica 1.3. Radiofármacos 1.4. Outras preparações assépticas 2. Requisitos para a manipulação de medicamentos estéreis em Farmácia Hospitalar 2.1. Áreas, instalações e equipamentos 2.2.Equipamento de proteção individual (EPI) 2.3. Preparação e organização do ambiente de trabalho 2.4 Procedimentos de descontaminação 2.5 Procedimentos em casos de derrames 3.Técnicas de manipulação em ambiente asséptico 3.1. Regras e princípios gerais 3.1. Manipulação em câmara de fluxo de ar laminar horizontal 3.2. Manipulação em câmara de fluxo de ar laminar vertical 4. Esterilização, antissepsia e desinfeção 4.1. Definição de esterilização 4.2.Desinfecção e antissepsia 5. Controlo de Qualidade 5.1 Normalização de procedimentos 5.2 Controlo de Qualidade e Indicadores 5.3 Controlo Microbiológico
  • Descrição  Data limite Ponderação

    1º teste teório

    dd-mm-yyyy 25%
    2º teste teórico  dd-mm-yyyy 25%
    Teste Prático dd-mm-yyyy 50%

     

    A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações obtidas na componente escrita (T) e na componente prática (PL). A componente Teórica consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima em cada frequência é de 8,0 valores. A componente prática consta de 1 momento de avaliação prático realizado durante as aulas laboratoriais. A classificação mínima deste momento é de 10,0 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.

  • Semestral
  • Pretende-se que no final desta unidade curricular os alunos tenham adquirido capacidades  de intervenção na planificação e estruturação de serviços de Farmacotecnia, aliando os aspetos  da qualidade e segurança na manipulação e preparação de formulações galénicas às competências e os procedimentos de técnicas assépticas que conduzam à qualidade em todas as fases de manipulação de medicamentos não estéreis e estéreis.  O aluno deve ser capaz de organizar e gerir, de modo eficaz, o tempo e os recursos disponíveis no âmbito da sua atividade, sendo sensível e responsável quanto  ao elevado grau de complexidade de algumas atividades associadas à manipulação de citotóxicos e nutrição parentérica, aplicando os conhecimentos teóricos e desenvolver a prática das técnicas de assepsia no contexto da  farmácia hospitalar."