Teoria da Arquitetura II
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Aureli, P. V. (2008). The Project of Autonomy: Politics and Architecture within and against Capitalism. Princeton Architectural Press Berardi, F. (2009). "The Soul at Work", in The Soul at Work: From Alienation to Autonomy. Semiotext(e) Braidotti, R. (2013). The Posthuman. Polity Crawford, K. (2022). Atlas of AI: Power, Politics, and the Planetary Costs of Artificial Intelligence. Yale University Press Han, B. (2022). Infocracia. Relógio D'Água Haraway, D. (2022). O Manifesto Cyborgue. Orfeu Negro Jappe, A. (2022). Betão. A Arma de Construção Maciça do Capitalismo. Antígona Leach, N. (2025). Architecture in the Age of Artificial Intelligence. An Introduction do AI for Architects. Bloomsbury Platão (2017). "Alegoria da Caverna", in A República, Fundação Calouste Gulbenkian Varoufakis, Y. (2025). Tecnofeudalismo. Ou o Fim do Capitalismo. Objectiva
- Arquitetura [ISMAT]
- 367
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- Teoria da Arquitetura II
- ISMAT367-7999
- 2
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- 0
- 12
- Não
- Português
- De acordo com o carácter reflexivo e exploratório da Unidade Curricular, pretende-se que os estudantes experimentem diferentes ferramentas e métodos de trabalho. O propósito é diversificar os regimes de reflexão. M1: Aulas expositivas; M2: Grupos de análise de textos; M3: Discussão coletiva; M4: Reflexões individuais escritas; M5: Trabalho de grupo orientado; M6: Apresentações públicas.
- Obrigatório
- Para que a teoria da arquitetura mantenha a sua relevância, ela deve manter seu significado histórico como observação (the¿ria) e teatro (theã). Enquanto o primeiro dá a quem observa uma certa agência sobre o objeto visto, o segundo transfere a agência para os meios (ou meio) de enquadramento, performance e/ou visualização. Mais do que percorrer teorias mais ou menos estabelecidas pela tradição disciplinar, procura-se conhecer quais os grandes debates de hoje. Por isso pretende-se que o aluno seja capaz de: O1: Identificar - perceção dos problemas e sua caracterização, análise e interpretação dos debates contemporâneos e a suas implicações e contributos na e da arquitetura; O2: Refletir - construir uma posição elaborada sobre esses debates através de uma argumentação justificada e coerente; O3: Comunicar - desenvolver um discurso com clareza e rigor na instrução e organização dos registos orais, escritos e visuais.
- A UC é dividida em diferentes temas que caracterizam e interrogam os debates disciplinares contemporâneos. Para cada, diversas obras e projetos que evidenciam a sua manifestação arquitetónica. Como suporte à discussão, existe um conjunto de conteúdos e autores que, privilegiando diferentes geografias, géneros, culturas e disciplinas, servirão como pontos de partida para a reflexão. P1: Conhecimento - e as condições da sua construção; P2: Digital - e as tecnologias que transformam a vida; P3: Trabalho - e a precaridade do trabalho imaterial; P4: Humano - e as suas redefinições, transformações e expansões; P5: Planeta - e os meios de produção extrativa; P6: Economia - e o suposto imperativo do mercado neoliberal; P7: Política - e o lugar de emancipação dos cidadãos.
Descrição dos instrumentos de avaliação (individuais e de grupo) ¿ testes, trabalhos práticos, relatórios, projetos... respetivas datas de entrega/apresentação... e ponderação na nota final.
Exemplo:
Descrição
Data limite
Ponderação
Exercício 1 (análise de textos e discussão coletiva) 23-04-2026
20%
Exercício 2 (prova escrita) 30-04-2026
35%
Exercício 3 (encenação espacial) 9-06-2026
45%
Parâmetros de Avaliação dos exercícios:
> Cumprimento dos elementos previstos e descritos no Enunciado do Exercício//Manual de Iniciação a um Arquitecto Radical;
> Perceção dos problemas e sua caracterização, análise e interpretação;
> Densidade da argumentação, justificação e coerência das posições apresentadas;
> Qualidade, rigor e clareza na instrução e organização nos registos (documental e oral), incluindo as formas de comunicação e representação;
> Pertinência, consistência e objetividade do trabalho desenvolvido.
Nos alunos em que seja aplicado o Regime Especial de Avaliação de acordo com o artigo 6º conforme Despacho Conjunto 06/25do Regulamento Geral de Avaliação do ISMAT, estes devem informar durante a primeira semana de aulas o docente para que se acorde, entre ambos, outras datas e/ou modalidades alternativas de avaliação (que podem passar por provas orais, escritas ou apresentação de trabalhos suplementares). Caso não haja lugar esta comunicação, considerar-se-á o aluno em regime de avaliação contínua, sujeito às mesmas regras daqueles que não se encontram ao abrigo deste Regime Especial.
Avaliação em Exame (regular e época especial)
A avaliação em exame será realizada através de uma prova escrita. A sua classificação rege-se de acordo com a seguinte ponderação:
Exercícios de reflexão: 100%
Parâmetros de Avaliação da prova:
> Cumprimento dos elementos descritos no enunciado da prova;
> Perceção dos problemas e sua caracterização, análise e interpretação;
> Densidade da argumentação, justificação e coerência das posições apresentadas;
> Qualidade, rigor e clareza na instrução e organização nos registos, incluindo as formas de comunicação e representação;
> Pertinência, consistência e objetividade do trabalho desenvolvido.
Esta Unidade Curricular rege-se pelo Regulamento Geral de Avaliação do ISMAT, conforme Despacho Conjunto 06/25. De acordo com o artigo 5º, esta FUC apresenta normas específicas e complementares. Os alunos com menos de 70% de presenças serão reprovados, salvo exceções previstas no regulamento; a presença na aula será considerada quando o aluno assistir, no mínimo, a 70% do tempo da aula. Nesta Unidade Curricular, todos os exercícios devem ser desenvolvidos pelos alunos, não sendo permitido o uso de ferramentas de Inteligência Artificial e/ou Inteligência Artificial Generativa, ou outros instrumentos usados para criar texto, imagens, código informático, áudio ou outro media. O uso destas ferramentas será considerado uma violação do Regulamento de Avaliação do ISMAT e tido como uma forma de fraude, com as sanções previstas no Regulamento. O não acompanhamento dos trabalhos significa uma avaliação negativa dessa fase. Os trabalhos entregues fora do prazo não serão avaliados. As Avaliações Contínuas e as provas de Exame começarão no horário estabelecido, devendo todos os alunos inscritos estarem presentes e assinarem a pauta. Haverá 15 minutos de tolerância, findos os quais a avaliação começará avaliando só os alunos presentes. O Enunciado do Exercício// Manual de Iniciação a um Arquitecto Radical complementa os conteúdos da FUC
- Semestral
- Em termos etimológicos, teoria, do grego the¿ria ou the¿ros, significa olhar para, ver, contemplar, mas também, considerar, especular. É um ponto de vista, uma perspetiva sobre as coisas, a sua descrição e, claro, uma tentativa de as compreender, de lhes dar um sentido. Em termos gerais, teoria pode ser definida como modo de ver, compreender, explicar e clarificar eventos ou objetos. Teoria é também um modo de questionar pressupostos, as realidades presentes e o modo como o discurso se forma e mantém. Tem como tarefa dar sentido ao mundo e formar narrativas inteligíveis, orientando do particular para o universal através da abstração. É através da articulação entre o abstrato e o concreto, que faz com que a teoria tenha a capacidade de agir, em contraste, por exemplo, com a filosofia. É esta a capacidade que permite à teoria ser um instrumento de intervenção, e de mudança, num mundo em rápida transformação. Teoria é uma forma de pensamento e de ação.