• Imperatori, E., Giraldes, MR. (1986). Metodologia do Planeamento da saúde, 2ª ed. Lisboa: Escola Nacional de Saúde Publica. Melo, P. (2021). Consultas de Enfermagem nos Cuidados de Saúde Primários. Guia de decisão clínica. Editora Lidel. Phaneuf, M. (2005). Comunicação, entrevista, relação de ajuda e validação. Loures: Lusociência. Rice, R. (2004). Prática de Enfermagem nos Cuidados Domiciliários: conceitos e aplicação. Loures: Lusociência. Rodrigues, F. & Cardoso, G. (2022). Cuidar de uma família alargada numa abordagem colaborativa. Revista de Investigação & Inovação em Saúde (RIIS). 5(1), 33-46. https://doi.org/10.37914/riis.v5i1.185 Stanhope, M. & Lancaster, J. (2011). Enfermagem de Saúde Pública. Cuidados de Saúde na Comunidade Centrados na População. 7ª ed. Lisboa: Lusociência.
  • Enfermagem (L) (IPLUSO)
  • 4001
  • 21786
  • UFC III - Enfermagem Comunitária
  • IPLUSO4001-21786
  • 2
  • 16
  • 0
  • 4
  • Sim
  • Português
  • Atendendo à especificidade da Unidade Curricular, centrada no ensino clínico, as atividades desenvolvidas em contexto de prática clínica constituem uma oportunidade privilegiada para a reflexão supervisionada na e sobre a ação. Esta estratégia pedagógica, em consonância com as orientações formativas da instituição, favorece a articulação entre os conhecimentos teóricos e a experiência prática, contribuindo para a aquisição e consolidação de conhecimentos, competências, atitudes e valores essenciais ao exercício profissional. Na formação em Enfermagem, a imersão progressiva em contextos reais de prestação de cuidados assume particular relevância, na medida em que promove o desenvolvimento do pensamento crítico, da autonomia, da responsabilidade e de uma prática profissional ética, segura e fundamentada.
  • Obrigatório
  • Identificar os princípios orientadores e a organização da unidade de saúde onde realiza aformação clínica; Agir segundo os princípios ético-deontológicos da profissão de enfermagem; Demonstrar sentido de responsabilidade e capacidade de reflexão sobre a realidade e a mobilidade dos seus saberes, de modo a contribuir para a recriação dos cuidados de enfermagem; Compreender a dinâmica de trabalho da equipa de saúde tendo em conta o papel do enfermeiro e as interações que estabelece; Identificar as necessidades e problemas, bem como intervir junto de pessoas, famílias e grupos, integrados numa equipa multidisciplinar e intersectorial; Analisar criticamente a dinâmica da comunidade face à resolução de problemas relacionados com situações de risco; Refletir sobre as práticas de enfermagem em contexto comunitário; Desenvolver atividades de acordo com os objetivos de aprendizagem estabelecidos.
  • O estudante, durante a sua formação clínica, poderá desenvolver atividades integrado em projetos inerentes às unidades funcionais, prestar cuidados ao cliente/família/comunidade em todo o ciclo vital, quer em contexto de unidades de saúde familiar, unidades de cuidados de saúde personalizados, quer em unidades de cuidados na comunidade. As oportunidades de aprendizagem proporcionadas pelas unidades funcionais poderão ser recriadas pela mobilidade dos conhecimentos adquiridos em intervalo de tempo teórico e teórico-prático.
  • O ensino clínico tem início e encontra-se organizado em dois grupos, de acordo com as datas definidas para cada um: 1 de março  a 8 de maio de 2027; 24 de maio a 17 de julho de 2027.
    Recorda-se que o/a estudante deverá cumprir um total de 250 horas prevista para este ensino clínico.
    Os instrumentos de avaliação a utilizar são:
    Ficha de Avaliação do desempemho do estudante em ensino clínico - Orientador Externo (OE)
    Estudo da Familia (EF)
    Ficha Docente - Orientador Interno(OI).
    A classificação final do ensino clínico é apurada de acordo com a seguinte fórmula: OE (55%) + EF (25%) + OI (20%) = 100%. Para efeitos de aprovação à unidade curricular, o/a estudante não poderá obter classificação inferior a 9,5 valores em qualquer uma das três componentes que a integram (OE, EF e OI).

     

  • Semestral
  • Nesta formação clínica os estudantes têm oportunidade de desenvolver competências de enfermagem familiar e de enfermagem comunitária em Unidades de Saúde Familiares, Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados e ou Unidades de Cuidados na Comunidade. São acompanhados por um supervisor interno e um supervisor externo preferencialmente com especialização em Enfermagem Comunitária.