• FADIGAS, L. (2015). Urbanismo e território. As políticas públicas. Ed. Sílabo. Lisboa. FERRÃO, J. (2011). O ordenamento do território como política pública. Lisboa, FCG. PORTAS, N.,  DOMINGUES, A., CABRAL, J,(2011). Políticas Urbanas II. Transformações, regulação e projectos. FCG. Lisboa. ASCHER, F. (2010). Novos princípios do urbanismo seguido de novos compromissos urbanos: um léxico. Livros Horizonte, Lisboa. CABRAL, M.V., SILVA, F.C., SARAIVA, T. [Org] (2008). Cidade & Cidadania. Governança urbana e participação cidadã em perspetiva comparada. ICS. Lisboa. PORTAS, N.,  DOMINGUES, A., CABRAL, J, (2007). Políticas Urbanas. Tendências, estratégias e oportunidades. 2 ed. FCG. Lisboa. CARVALHO, J. (2003). Ordenar a cidade. Coimbra: Edit. Quarteto. LYNCH, K., HACK, G (2002). Site Planning. MIT Press. Massachusetts. SALGUEIRO, T. B. (1992) A cidade em Portugal: uma geografia urbana. Porto: Afrontamento. DGOT/UTL.(1991). Volumes I, II e III editados em 1996, 2a Edição, Normas Urbanísticas.
  • Arquitetura [ISMAT]
  • 367
  • 7079
  • Urbanística I
  • ISMAT367-7079
  • 4
  • 6
  • 0
  • 12
  • Não
  • Português
  • Elaboração de um trabalho prático de análise do território e proposta de planeamento. Serão definidos grupos de alunos que, em conjunto, elaboram a análise de um território específico (escala a determinar) abordando as diferentes componentes (física/social), concluindo com uma análise geral o território, aplicando os conhecimentos adquiridos e desenvolvendo técnicas para dar resposta aos desafios. Num segundo momento, a partir desta análise territorial, cada estudante efetua uma análise própria, identificando vantagens e constrangimentos do território, apontando soluções (textual/esquemas/desenho). A partir dessa análise (Forças, Ameaças, Debilidades e Oportunidades), o estudante desenvolve uma proposta de Plano para o território (escolhendo-se a escala e âmbito de ação de acordo com o pretendido). Permite-se assim, de forma transversal, a utilização do exercício como ferramenta de estímulo à consolidação do conhecimento.
  • Obrigatório
  • Constituem-se objetivos de aprendizagem: Compreender o sistema de planeamento e a sua relevância para o desenvolvimento; Identificar os diferentes agentes e atores no âmbito do urbanismo e as suas participações no desenvolvimento dos planos; Compreender a relação da urbanística com o trabalho em arquitetura; Compreender os mecanismos de análise do território e a sua importância para a definição de políticas e instrumentos de planeamento territorial; Compreender as relações transdisciplinares no âmbito do território; Conseguir coordenar e compatibilizar diferentes abordagens, encontrando as melhores soluções para o território/comunidades;
  • Através de aulas expositivas e com base no desenviolvimento de um trabalho prático, os conteúdos programáticos são: O Território e as suas componentes -  introdução ao(s) conceito(s) de território e a sua importânica para o planeamento; Ordenamento do Território - O que é e para que serve; Sistema de Planeamento Territorial - Conceitos e abordagens gerais; O Sistema de  Planeamento Territorial em Portugal - Escalas e instrumentos; A importância da participação na elaboração de Planos Territoriais; Elaboração de Planos, metodologias para a elaboração de planos - da análise à proposta (prática). A realçaão dos instrumentos territoriais com a arquitetura.
  • A avaliação da UC é contínua, eminentemente prática, e terá os seguintes elmentos de avaliação (enunciado a disponibilizar):

    A. Trabalho de Grupo  - desenvolvimento de uma análise (recolha de informação e apresentação de resultados) a um determinado território; 40% na classificação final; Nota: cada elemento do grupo, de forma individual, deve apresentar uma memória descritiva relativa à realização do trabalho. É uma condição obrigatória para ser considerado elemento do grupo. 

    B. Trabalho Individual I - (decorre do trabalho A) e consisite na apresentação e análise do território estudado em A (conclusão de cada estudante); 20% na classificação final

    C. Trabalho Individual II - (decorre de trabalho A & B) e consiste na apresentação de objetivos/estratégia para o território analisado, como base para as políticas territoriais a estabelecer; Pondera 40% na classificação final;

    A presença nas aulas é registada;

    Aos alunos que reprovem em avaliação contínua é solicitada a realização de trabalho equivalente ao realizado no âmbito da avaliação contínua, mas todo ele realizado individualmente. Os trabalhos desenvolvidos e aprovados em avaliação contínua serão considerados para a avaliação em exame da UC no presente ano letivo, sendo apenas efetuada avaliação ao/s elemento/s em falta ou a que o estudante tenha reprovado nesse regime.

    A deteção de plágio implica a anulação da prova/trabalho realizado e eventuais outras condições impostas por regulamento. 

  • Semestral
  • A unidade curricular Urbanística I visa enquadrar o sistema de planeamento territorial e a sua relação com a atividade em arquitetura permitindo a comprensão do sistema de ordenamento territorial, a sua abrangência e instrumentos. Através de exercícios práticos, com utilização de métodos e técnicas do urbanismo, os estudantes têm contacto com o processo de análise e desenvolvimetno de soluções eespcíficas para o território.