CIEL Camada de Integração Ensino Lusófona
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Métodos de Análise de Águas

Detalhes
Categoria: Disciplina
  • Adams, M. R., Moss, M. O., e Royal Society of Chemistry (Great Britain). (2000). Food microbiology (2nd ed.). Cambridge: Royal Society of Chemistry. Almeida, T. C. A., Hough, G., Damásio, M. H., e Da Silva, M. A. A. P. (1999). Avanços em análise sensorial. São Paulo. Editora Varela; - Livro Branco sobre a Segurança dos Alimentos. (2000) Comissão das Comunidades Europeias Medina, D. A., e Laine, A. M. (2011). Food quality: control, analysis and consumer concerns. Hauppauge, N.Y.: Nova Science Publishers. Mendes, B., e Santos, J. F. (2004). Qualidade da água para consumo humano. Editor Lidel Silva, D. J., e A.C., Q. (2002). Análise de alimentos: métodos químicos e biológicos (3ª ed.). Editora Viçosa Norma Portuguesa NP-701, 1982; Norma Portuguesa NP-470, 1983. Norma Portuguesa NP-1845, 1982. Norma Portuguesa, NP-3030, 1985. Norma Portuguesa, NP-2104, 1988.  
  • Bioanálises e Controlo (T) (IPLUSO)
  • 4085
  • 19539
  • Métodos de Análise de Águas
  • IPLUSO4085-19539
  • 2
  • 6
  • 0
  • 4
  • Não
  • Português
  • Nas aulas práticas o estudante tem acesso previamente aos protocolos experimentais a realizar em cada sessão de aula, o que lhe permite uma leitura e preparação prévias. Esses protocolos são acompanhados de um conjunto de questões, de modo a garantir a preparação individual e, posteriormente, a discussão dos procedimentos e dos resultados.
  • Obrigatório
  • Esta unidade curricular tem como objetivo a aprendizagem e a prática de técnicas de análise laboratorial de águas incluindo e os limites de contaminantes em águas de consumo humano, e da sua conformidade regulamentar e com a informação ao consumidor. Pretende-se que os estudantes adquiram competências nas técnicas instrumentais correntes químicas, físicas e microbiológicas de análise laboratorial de águas. Dominar conceitos relativos ao estudo dos parâmetros mais relevantes na análise físico-química e microbiológica de águas. Avaliar e interpretar os resultados face à lei e/ou norma vigente e compreender as implicações dos resultados para a Saúde Pública. Estar dotado de conhecimentos técnicos necessários ao desenvolvimento de trabalho laboratorial de avaliação e controlo da qualidade  de águas para os diversos consumos incluindo biomédicos (ex. diálise).  
  • Descrição dos conteúdos Análises laboratoriais de águas - impacto na saúde pública.  Amostragem. Determinações físico-químicas   Análise sensorial no controlo de qualidade. Ecologia Microbiana das aguas. Qualidade da água e legislação, origem, composição geral, poluição e tratamento. Avaliação da qualidade da água das piscinas, de zonas balneares e de águas de hemodiálise. Determinação de parâmetros físico-químicos e microbiológicos em águas minerais naturais, de nascente e de consumo humano engarrafadas. 
  • Descrição dos instrumentos de avaliação:

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    1ª Frequência Teórica

    1ª Frequência Prática

     

    30%

    20%

    2ª Frequência Teórica

    2ª Frequência Prática

     

    30%

    20%

     

     

     

     

    A frequência teórica incidirá sobre as componenetes teóricas da disciplina. A frequência prática é realizada em laboratório onde o aluno terá de ser capaz de realizar pelo menos um procedimento prático aprendido durante a frequência da componente prática da disciplina. 

     A classificação mínima em cada frequência teórica é de 8 valores. A componente prática laboratorial consta de 2 momentos de avaliação . A classificação mínima em cada frequência teórico-prática é de 8 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,60 T + 0,40 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas em cada componente tem de ser igual ou superior a 9,5 valores, para efeitos de cálculo da classificação final. 

     

  • Semestral
  • Esta unidade curricular visa o dominio de conceitos relativos ao estudo dos parâmetros mais relevantes na análise química e microbiológica de águas. Os alunos irão adquirir os conhecimentos técnicos necessários ao desenvolvimento de trabalho laboratorial de avaliação e controlo da qualidade química e microbiológica de águas. Serão igualmente capazes de avaliar e interpretar os resultados face à lei vigente e compreender a importância da análise de águas no âmbito da Saúde Pública.

Luminotecnia

Detalhes
Categoria: Disciplina
  • Guerrini, Délio Pereira. Iluminação Teoria e Projeto, Editora Érica, 2008. ISBN 9788536501802. Jorge Fraile, A. Gago. Iluminación con tecnologia LED, Paraninfo, 2012. ISBN 9788428333689. Vajão, Vitor. Manual de Práticas de Iluminação - Arte a iluminar Arte, LIDEL.ISBN 9789897521690. Catálogos Diversos de marcas de iluminação. Dialux, disponivel em: https://www.dialux.com/en-GB/  
  • Instalações Elétricas e Automação (T) (IPLUSO)
  • 6082
  • 22098
  • Luminotecnia
  • IPLUSO6082-22098
  • 2
  • 4
  • 0
  • 4
  • Não
  • Português
  • A exposição dos conceitos é efectuada apelando à participação activa dos alunos. Apresentam-se exemplos ilustrativos de estudos lumonotécnicos, concretizando com exemplos feitos pelos alunos durante as aulas. Avaliação contínua: duas entregas parciais a realizar durante o semestre, com discussão do trabalho entregue com um peso de 50%, para o/os Projetos de Interiores, e com um peso de 50%, para o/os Projetos de Exteriores, que deverá ter em linha de conta os comentários e correcções reunidas durantes as aulas.
  • Obrigatório
  • Dotar o aluno de conhecimento de iluminação natural, artificial e artistica em ambientes interiores e exteriores segundo as normas e legislação Portuguesa em vigor; Dominar os efeitos visuais dos vários tipos de luz; Circuitos de comando; Selecção e aplicação dos equipamentos mais apropriados; Programas de Simulação e cálculo Luminotecnico; Dialux; Relux.  
  • Descrição dos conteúdos Conceitos Fundamentais Introdução Luz Natural e Artificial Grandezas e Leis Fundamentais Espectro vísivel da luz Problemas da Luminotecnia Tipos de luz artificial Tipos de Lâmpadas, caracteristicas e aplicações Temperatura de Cor Legislação. Tabelas de Niveis de Iluminação Iluminação de Interiores Introdução Iluminação Natural e Artificial Legislação a considerar Método de Fator de Utilização Armaduras e Lâmpadas de iluminação interior Poupança de energia e eficiência energética em iluminação interior Iluminação de Segurança Projeto Luminotécnico de Interiores Dialux 4 Dialux Evo Iluminação de Exteriores Introdução Iluminação Artificial Legislação a considerar Armaduras e Lâmpadas de iluminação exterior Poupança de energia e eficiência energética em iluminação exterior Projeto Luminotécnico de Exteriores Dialux 4 Dialux Evo    
  • Descrição dos instrumentos de avaliação (individuais e de grupo) ¿ testes, trabalhos práticos, relatórios, projetos... respetivas datas de entrega/apresentação... e ponderação na nota final.

    Exemplo:

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Projeto de Interiores

    16-11-2024

    50%

    Projeto de Exteriores

    12-01-2025

    50%

     

     

     

     

     

     

  • Semestral
  • Num ciclo de estudos pós-secundário na área das tecnologias e engenharias, a unidade curricular assume um papel muito relevante, pois permite aos alunos adquirir conhecimento de base para para a análise, interpretação e correcto dimensionamento na área da Luminotecnia. A unidade curricular de Luminotecnia visa dotar o aluno de conhecimentos de iluminação natural, artificial e artistica em ambientes interiores e exteriores segundo as normas e legislação Portuguesa em vigor. Pretende também que o aluno domine os efeitos visuais dos vários tipos de luz, circuitos de comando e selecção e aplicação dos equipamentos mais apropriados.

Estágio de Ciências Biomédicas Laboratoriais II

Detalhes
Categoria: Disciplina
  • ¿Gallagher, S. R. & Wiley E. A. (2015). Current Protocols Essential Laboratory Techniques. (2nd ed.). Current Protocols. ¿Burtis, C. & Ashwood, E. (2014). Tietz Fundamentals of Clinical Chemistry, 7th ed., Philadelphia, W.B.Saunders Company. ¿Wanda. F.; Ferreira, C.; Sousa, J. C. F. & Lima, N. (2010). Microbiologia. Edições Lidel. ¿ Caroli, S. and Zaray, G. (Editors) (2012). Analytical Techniques for Clinical Chemistry: Methods and Applications. USA:Wiley ¿ Gaw, A. et al (2013). Clinical Biochemistry. 5th ed. USA: Churchill Livingstone ¿ Marshall, J., Lapsley, M., Day, A. and Ayling, R. (2014). Clinical Biochemistry:Metabolic and Clinical Aspects. 3th ed. USA:  
  • Ciências Biomédicas Laboratoriais (L) (IPLUSO)
  • 4084
  • 19575
  • Estágio de Ciências Biomédicas Laboratoriais II
  • IPLUSO4084-19575
  • 4
  • 30
  • 0
  • 4
  • Sim
  • Português
  • Nesta unidade curricular os estudantes podem assumir a liderança do processo de ensino-aprendizagem. Ao conferir ao estudante este tipo de autonomia, está a ser potenciando o desenvolvimento de um sentimento de domínio sobre os diversos assuntos inerentes à prática laboratorial das análises clínicas e saúde pública.
  • Obrigatório
  • ¿Permitir que os conhecimentos adquiridos pelo aluno em contexto de sala de aula sejam aplicados em ambiente laboral; ¿Ser capaz de desenvolver uma atividade laboratorial de excelência, tendo em conta os aspetos técnicos, a especificidadee a ¿cultura¿ da instituição ou empresa onde se insere; ¿Desenvolver as capacidades humanas exigidas aos profissionais de saúde, aplicando os princípios éticos edeontológicos subjacentes; ¿Confrontar com a necessidade de um trabalho multidisciplinar e em equipa para o bom sucesso das organizações; ¿Promover a capacidade para responder aos desafios com inovação, criatividade e flexibilidade. ¿Identificar e conduzir corretamente a análise de um determinado produto biológico de modo a produzir com elevadaqualidade e fiabilidade dos resultados dos ensaios prescritos pelo clínico, nas áreas fulcrais do estágio das ciênciasbiomédicas. ¿Efetuar o controlo de qualidade desde a colheita de amostras aos procedimentos da rotina laboratorial.
  • 1.Run the techniques described in the internship locations as the valences/laboratory procedures. 2.Within the framework of clinical analysis students must undertake an internship in the areas of: 2.1. Clinical Biochemistry; 2.2. Hematology; 2.3. Microbiology; 2.4. Immunotherapy 2.5. Saúde Pública
  •  

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    Estágio

    XX-XX-XXXX

    80%

    Relatório

    XX-XX-XXXX

    20%

     

     

  • Semestral
  • Contacto com o âmbiente laboral

Estética Contemporânea

Detalhes
Categoria: Disciplina
  • . Badiou. A. Fifteen Theses on Contemporary Art in http://www.lacan.com/frameXXIII7.htm . Benjamin, W. (2015) Illuminations. Bodley Head. . Coleman, E. B. (2018). Cross-Cultural Aesthetics. In H. Callan (Ed.), International Encyclopedia of Anthropology: Anthropology Beyond Text (Vol. 3, pp. 1267-1274). Wiley-Blackwell. . Doane, M. (2007) Indexicality: Trace and Sign in differences: A Journal of Feminist Cultural Studies, 18(1): 1–6. . Fanon, F (1967) Black Skin, White Masks. Grove. . Gilles, D. (2013) Cinema I - The Movement Image. Bloomsbury Revelations. . Rancière, J. (2013) The Politics of Aesthetics. Bloomsbury Academic. . Robson, J. and Meskin, A. (2016)  Video Games as Self-Involving Interactive Fictions in The Journal of Aesthetics and Art Criticism, 74(2): 165–177 . Richardson, J.; Gorbman, C.;Vernallis, C. (eds.) (2013) The Oxford Handbook of New Audiovisual Aesthetics. Oxford Handbooks. . Said, E. (2003) Orientalism. Penguim Books    
  • Ilustração e Desenho (L) (IPLUSO)
  • 6330
  • 20270
  • Estética Contemporânea
  • IPLUSO6330-20270
  • 3
  • 5
  • 0
  • 4
  • Não
  • Português
  • De carácter TP, as aulas são tendencialmente expositivas (de sublinhado carácter visual), abertas a discussão e problematização dos conceitos-chave e principais figuras do programa. Avaliação é contínua, intercalar e sem exame final: a avaliação intercalar contempla a participação activa nas aulas (15%), dois relatórios escritos  em aula (25%), um ensaio visual (15%) e a apresentação oral de dois trabalhos téoricos  sobre temáticas contemplada no universo programático da cadeira (15% + 30%).   
  • Obrigatório
  • O objetivo desta UC é apresentar aos alunos uma variedade de ideias, conceitos e debates em torno do campo da estética contemporânea. O trabalho é sustentado pela exploração dos principais conceitos e realidades da estética contemporânea, bem como a sua relação com a prática, produção e consumo artísticos. Esta metodologia emerge de uma série de sessões temáticas de estudo, focadas na relação entre pensamento estético, produção artística e comoditização da arte. Os alunos são incentivados a desenvolver um pensamento crítico e independente em relação a áreas específicas e a localizar e articular esse trabalho teórico em ambientes e contextos amplos. Prevê-se que os alunos se envolvam em formas de pensar sobre a natureza da estética contemporânea para além do uso comum do termo. É proposto o questionamento da estética contemporânea, conceptual e fenomenologicamente, para facilitar ferramentas que permitem aos alunos pensar sobre esse campo intrincado e difícil de decifrar.
  • 1.  Aesthesis - Percepção, sensação, recepção estética  - A estética como «capacidade de ser impressionado» (a emoção estética)¿2. A estética como «capacidade de impressionar» (a decisão estética) - Sinestesia e Atenção Desinteressada - ver e olhar, tocar e desprezar, defrontar e iludir, querer e evitar: as manobras do sentimento estético - A ciência do sensível na obra do Alexander Baumgarten  - Crítica da Faculdade do Juízo - Introdução à obra filosófica de Kant. - Critérios Estéticos: Belo/ Sublime/ Horror - Catharsis - Entre o Teatro Grego e os vídeo jogos   2. Problemáticas na Estética Contemporânea - O conceito de Aura em Walter Benjamin; - Orientalismo de Edward W. Said - Gender Trouble -Judith Butler - Modernidade Líquida de Zygmunt Bauman - A Estética do Liso e a Crise na Narração em Byung-Chul HAN   
  • De carácter TP, as aulas são tendencialmente expositivas (de sublinhado carácter visual), abertas a discussão e problematização dos conceitos-chave e principais figuras do programa.

    Avaliação é contínua, intercalar e sem exame final: a avaliação intercalar contempla a participação activa nas aulas (15%), dois relatórios escritos  em aula (25%), um ensaio visual (15%) e a apresentação oral de dois trabalhos téoricos  sobre temáticas contemplada no universo programático da cadeira (15% + 30%). 

    A nota mínima para aprovar são 10 (dez) valores.
    Trabalhos com elementos com cópia parcial ou na íntegra, sem a devida citação, ou realizados através do uso de programas de inteligência artificial não serão aceites,
    tendo uma classificação de 0 (zero) valores.
    A não presença, o não cumprimento dos exercícios, a cópia dos mesmos, ou a sua execução através de sites de inteligência artificial, implica fazer o Exame de
    Recurso (notas negativas ou melhoria de nota), ou Exame de Época Especial (com regulamento próprio, ex. alunos trabalhadores-estudantes).
    Cabe ao aluno a apresentação de todos os exercícios realizados durante o semestre, e teste oral/escrito ou exercício lançado no dia do exame.
    Alunos regulares: 75% presenças obrigatórias em aula, avaliações presenciais e obrigatórias.

    Alunos trabalhadores-estudantes: 30% presenças obrigatórias em aula e avaliações presenciais e obrigatórias.

  • Semestral
  • Com foco na relação entre a prática e teoria no campo da estética contemporânea, esta unidade curricular será baseada nas tendências convencionais e experimentais da arte visual, do audiovisual e do digital, procurando articular as mudanças ocorridas nos últimos 50 a 60 anos. O termo "estética contemporânea" é geralmente atribuído às artes visuais produzidas desde a prolífica década de 1960 até hoje. Se a década de 1960 representa a dissolução das últimas barreiras que determinavam a presença de movimentos artísticos, deveremos perguntar-nos se a estética contemporânea marca precisamente a simultânea, e aparentemente ilimitada, multiplicação de formas de fazer e de ver. O que se propõe é que abordemos o rótulo “estética contemporânea” para além de seu uso comum, para adquirirmos ferramentas que nos permitirão pensar e discernir esse território onde, aparentemente, miríade formas e estratégias artísticas coexistem.

Fisiopatologia e Patologia Geral

Detalhes
Categoria: Disciplina
  • Pinto A. M. (2007). Fisiopatologia, Fundamentos e Aplicações. Lidel - Edições Técnicas. Mitchell, R. N.; Kumar, V.; Abbas, A. K. & Fausto N. (2006). Robbins Pathologic Basis of Disease. (7th ed.). Philadelphia: W.B. Saunders-Elsevier. McPhee, S. J.; Lingappa, V. R.; Ganong, W. F. & Lange J. D. (2000). Pathophysiology of Disease. An Introduction to Clinical Medicine. (3rd ed.). New York: McGraw-Hill Companies. Phillips, J.; Murray P. & Kirk P. (2001). The Biology of Disease. (2nd ed.). Oxford: Blackwell Science, Ltd. Buja, L.M.; Kruegger G.R.F. & Netter, F.H.; (2005). Netter´s Illustrated Human Pathology. Philadelphia: Saunders-Elsevier. Guyton, A. C & Hall. J. E. (1996). Textbook of Medical Physiology. (9th ed.). Philadelphia: W.B. Saunders Company. Cibas, E. S. & Ducatman, B. S. (2009).Cytology: Diagnostic Principles and Clinical Correlates. (3rd ed.). Saunders.
  • Enfermagem (L) (IPLUSO)
  • 4001
  • 9898
  • Fisiopatologia e Patologia Geral
  • IPLUSO4001-9898
  • 1
  • 4
  • 0
  • 4
  • Não
  • Português
  • Nesta unidade curricular, recorre-se à metodologia Team-based learning (TBL), com a realização de tarefas em pequenos grupos, permitindo o desenvolvimento da capacidade de análise e aplicação dos conceitos teóricos.  
  • Obrigatório
  • Compreender os processos fisiopatológicos básicos e gerais, integrando e interrelacionando-os. Deter conhecimentos científicos, com nomenclatura correta e adequada. Perceber a sequência teórica da etiologia, patogénese e clínica, bem como a prática inversa desde casos clínicos até à etiologia. Desenvolver aptidões de raciocínio crítico, aplicadas à interpretação dos mecanismos fisiopatológicos, utilizando o método de aprendizagem por problemas e a construção e análise de mapas conceptuais. Conhecer os conceitos de história natural da doença e diagnóstico diferencial. Integrar e aplicar os conhecimentos da fisiopatologia noutras unidades curriculares como a semiologia clínica e laboratorial e os exames complementares de diagnóstico.  
  • Mecanismos gerais de doença Da adaptação celular à doença Lesão e morte celular Neoplasia Doenças imunitárias Reação inflamatória Doenças infeciosas Fisiopatologia do Sangue e da Hemóstase Fisiopatologia cardiovascular Insuficiência cardíaca Doença cardíaca isquémica Hipertensão arterial Aterosclerose Doenças vasculares trombótica e embólica Choque Fisiopatologia Gastro-Intestinal Fisiopatologia Pulmonar Fisiopatologia Hidro-Electrolítica e Renal Fisiopatologia das Disfunções Endócrinas Doenças da hipófise e da tiróide / Doenças da glândula supra-renal Pâncreas endócrino e regulação metabólica: diabetes mellitus Fisiopatologia do aparelho reprodutor masculino e feminino Fisiopatologia Especial Dermatopatologia Patologia óssea Fisiopatologia da dor - Doenças sensoriais e motoras Fisiopatologia do Sistema Nervoso Central Doenças vasculares cerebrais Fisiopatologia do Envelhecimento.
  •  

    Descrição

    Data limite

    Ponderação

    1ª Frequência Teórica

    XX-XX-XXXX

    25%

    1ª Frequência Teórico-Prática

    XX-XX-XXXX

    25%

    2ª Frequência Teórica

    XX-XX-XXXX

    25%

    2ª Frequência Teórico-Prática

    XX-XX-XXXX

    25%

     

    A componente escrita consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima em cada frequência é de 8 valores. A componente teórico-prática consta de 2 momentos de avaliação realizados durante as aulas. A classificação mínima em cada frequência teórico-prática é de 8 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 TP. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas em cada componente, tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.

     

  • Semestral
  • A fisiopatologia estuda as funções desordenadas ou alteradas - os mecanismos fisiológicos alterados pela doença no organismo vivo. Esta área da ciência biomédica permite: Identificar a etiologia da doença e explicar como esta se desenvolve. Identificar os mecanismos responsáveis pelo início, progressão e recuperação da doença. Identificar os mecanismos responsáveis pelo desenvolvimento de sintomas e sinais da doença. Compreendendo as causas e os mecanismos da doença, será possível influenciar o curso da evolução da doença de forma racional.
  1. Pedagogias da Infância
  2. Enfermagem Veterinária em Cirurgia de Espécies Pecuárias
  3. Didática da Matemática no 1º Ciclo do Ensino Básico
  4. Estágio

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