- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Becker, H. et al. (1997). Organikum - Química Orgânica Experimental, 2ª ed. Fundação Calouste Gulbenkian. ISBN: 972-31-0704-X. Chang R. & Goldsby K. (2012). Chemistry. 11th edition. McGraw Hill, International Edition. International Union of Pure and Applied Chemistry Sociedade Portuguesa de Química (2002). Guia IUPAC para a nomenclatura de compostos orgânicos. Lidel. ISBN: 972-757-150-6. Housecroft, C. E. & Sharpe, A. G. (2012). Inorganic Chemistry, 4th edition. Prentice Hall, New York. Housecroft, C. E. & Constable, E. C. (2009). Chemistry (An Introduction to Organic, Inorganic and Physical Chemistry), 4th edition, Pearson Prentice Hall, Harlow.
- Bioanálises e Controlo (T) (IPLUSO)
- 4085
- 19529
- Elementos de Química
- IPLUSO4085-19529
- 1
- 3
- 0
- 4
- Não
- Português
- Nesta unidade curricular, recorre-se à metodologia Team-based learning (TBL), com a realização de tarefas em pequenos grupos, permitindo o desenvolvimento da capacidade de análise e aplicação dos conceitos teóricos.
- Obrigatório
- Para satisfazer os objetivos da aprendizagem pretende-se fornecer os conhecimentos e as competências necessárias para a compreensão: a) da estrutura e das propriedades da matéria com base na Tabela periódicas; b) da ligação química e das forças intermoleculares; c) das reações químicas; d) noções fundamentais de química orgânica c) aquisição de conceitos básicos de algumas técnicas laboratoriais
- Descrição dos conteúdos A Química e a Saúde Introdução à Química Inorgânica Ligação Química Forças Intermoleculares Termodinâmica Cinética Química Equilíbrio Químico Reações Químicas Introdução à Química Orgânica Grupos funcionais e funções Noções básicas de nomenclatura e reatividade.
Descrição
Data limite
Ponderação
1º Teste de avaliação Teórica
dd-mm-aa
25%
2ºTeste de Avalaição Teórica
dd-mm-aa
25%
Avaliação Prática
dd-mm-aa
50%
A componente escrita consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima em cada frequência é de 8 valores. A componente prática consta de uma frequência realizada durante as aulas. A classificação mínima na frequência prática é de 9,5 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas em cada componente tem de ser igual ou superior a 9,5 valores, para efeitos de cálculo da classificação final.
- Semestral
- O objetivo desta unidade curricular é fornecer aos alunos conceitos fundamentais em Química geral, orgânica e inorgânica, e em particular à sua aplicação nas ciências da saúde, de modo a possibilitar a progressão para unidades curriculares mais avançadas de bioquimica, toxicologia entre outras..
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Byers T.J. Electronic Test Equipment, Intertext Publishers, New York HORDESKY Michael, Transducers for Automation, Van Nostrand Reinhold Company - New York. Meireles, Vitor C. - Circuitos Eléctricos. 5ª ed. Lidel, 2009. Silva, Manuel M. - Introdução aos Circuitos Eléctricos e Electrónicos. 2ª ed. Gulbenkian, 2001. Carr, Joseph J. - Elements of Electronic Instrumentation and Measurement. 3ª ed. Prentice-Hall, 1996
- Instalações Elétricas e Automação (T) (IPLUSO)
- 6082
- 7663
- Instrumentação e Medidas
- IPLUSO6082-7663
- 1
- 4
- 0
- 4
- Não
- Português
- Fornecimento de diverso material de estudo em suporte digital, como slides e exercícios. Recurso a software de simulação
- Obrigatório
- Fornecer os alunos conhecimentos para o exercício de funções técnicas na área da instrumentação e medidas, permitindo que fiquem habilitados e familiarizados designadamente com a aplicação/seleção e utilização de equipamentos de teste e medida mais utilizados nas áreas da Engenharia
- Conceitos fundamentais Grandezas, unidades, conceito de medição, cadeia de medição e características dos aparelhos de medição Erros de medição Fontes de Alimentação Elementos de Medição Medição de correntes e tensões Medição de grandezas não elétricas transdutoras Verificação experimental das leis fundamentais da eletrotécnica Descrição dos conteúdos
A metodologia de ensino reparte-se pelas vertentes Teórica, Exercícios e Trabalhos Laboratoriais.
Avaliação Continua:É constituida por 2 Provas Teóricas (PT) e Trabalhos de Laboratório (TL).
Sendo a Nota de Final Frequência dada por: NF = (0,5 x PT) + (0,5 x TL), com PT = 10 Valores, TL = 10 Valores.Faz-se a ressalva que, a aprovação na avaliação continua só é possível se a média obtida nas duas provas escritas for superior ou igual a 10 valores sendo que em nenhuma delas o aluno pode ter nota inferior a 8 valores.
Entrega de Relatórios
Os relatórios dos trabalhos laboratoriais devem ser entregues, através da plataforma moodle, até quinze dias após a data de conclusão definida para a sua realização e estarão sujeitos a avaliação oral.Exame de recurso :
Se o aluno não obtiver aprovação em avaliação contínua, terá acesso a um exame composto por componentes Teórica (peso de 50%) e Prática (peso de 50%). Sendo valorizada na avaliação por exame a componente prática da avaliação continua com aprovação.
Exemplo:
Descrição
Data limite
Ponderação
1º Teste de avaliação
27-11-2025
25%
2º Teste de avaliação
15-01-2026
25%
Trabalhos Laboratoriais
50%
Nota:
A avaliação dos trabalhos, individuais ou de grupo, inclui obrigatoriamente uma discussão presencial em sala de aula. Esta discussão representa 30% da classificação final atribuída ao trabalho.
- Semestral
- Esta Unidade Curricular para além de abordar os princípios fundamentais/gerais da Metrologia, contempla o estudo, o conhecimento e o manuseamento dos equipamentos mais utilizados nas áreas da Engenharia para testes e medição. As matérias abordadas no seu âmbito são assim, fundamentais para muitas das atividades que os alunos irão desenvolver ao longo do curso, bem como para o exercício das suas atividades laborais futuras
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Almeida, Ricardo - Cálculo, Teoria e Exercícios. 1ª Edição. Lisboa: Plátano Editora. 2017. ISBN:978 989 760 125 5. Simões, Vasco - Análise Matemática 1. 1ª Edição. Lisboa: Edições Orion. 2009. ISBN: 978 972862 014 1 Monteiro, António, Matos, Isabel e Miranda, Virginia - Derivadas. 1ª Edição. Lisboa: EdiçõesOrion. 2015. ISBN 978 972 862 028 8 Stewart, James - Cálculo - volume I. 5ª edição. São Paulo: Thomson Pioneira. 2005. ISBN: 978852 210 479 6 Ramalhete, M., Guerreiro J., e Magalhães J., - Programação Linear. 1ª Edição. Lisboa.McGraw-Hill. 1985. ISBN 972 9241 03 1
- Sistemas de Telecomunicações, Eletrónica e Comunicações (T) (IPLUSO)
- 6377
- 505
- Matemática II
- IPLUSO6377-505
- 1
- 5
- 0
- 4
- Não
- Português
- Possibilidade de recorrer a software específico para realizar algumas tarefas. Procurar criar novas dinâmicas de aprendizagem.
- Obrigatório
- A unidade curricular tem como objectivo primordial adquirir conhecimentos de base já trabalhados no ensino secundário e outros gradualmente de análise matemática e desenvolver aptidões e competências matemáticas. Pretende-se introduzir conceitos e ferramentas essenciais no âmbito do estudo de modelos matemáticos e cálculo diferencial e integral, imprescindíveis na formação de futuros quadros qualificados na área do ciclo de estudos. Pretende-se consolidar e complementar a formação matemática adquirida anteriormente, adquirir a formação matemática fundamental no domínio do cálculo diferencial e eventualmente integral unidimensional e igualmente desenvolver a capacidade de abstracção no domínio da formulação e resolução deproblemas. De uma forma mais sustentada proporcionar um conhecimento mais aprofundado sobre os conceitos de limite, continuidade, derivada e integral indefinido, da relação entre estes conceitos e a sua aplicação em contexto real.
- 1. Breves noções topológicas. Complementar o estudo de funções reais de uma variável real (módulo, polinomial, exponencial, logística, logarítmica). Função inversa. 2. Limites e continuidade de funções. Teorema de Weierstrass e Teorema de Bolzano. 3. Derivada e diferencial de uma função. Interpretação geométrica. Regras de derivação. Estudo e aplicações da primeira derivada. Estudo e aplicações da segunda derivada. Regra de Cauchy. Estudo completo de funções. 4. Cálculo integral em IR. Definição de primitiva. Técnicas de Primitivação. Definição de integral deRiemann. Propriedades do integral. Primitivas imediatas. Teorema fundamental do cálculo integral.
Elementos de Avaliação Data Limite Ponderação 1º Teste de avaliação escrito Semana 8 40 % 2º Teste de avaliação escrito Semana 15 45 % Trabalho Escrito Semana 12 10 % Componente de participação ( contexto e a pertinência das questões levantadas, tarefas desenvolvidas na aula e assiduidade) ao longo do semestre Ao longo do semestre 5 % - Semestral
- Num ciclo de estudos pós-secundário na área das tecnologias e engenharias, as unidades curriculares da área científica de Matemática assumem um papel relevante. São essenciais para os alunos adquirirem conhecimentos de base necessários em outras unidades curriculares do ciclo de estudos que necessitam de conhecimentos matemáticos ou de aptidões e competências adquiridas com o trabalho nas unidades curriculares desta área. A unidade de Matemática II visa introduzir conceitos e ferramentas essenciais no contexto do cálculo diferencial e integral, imprescindíveis na formação de quadros qualificados na área do ciclo de estudos .Os conteúdos matemáticos são essenciais na formação de profissionais qualificados, quer na compreensão e consolidação dos diferentes conceitos, quer no conhecimento específico da sua aplicabilidade. São explorados conceitos de funções, limites, derivadas e introdução ao cálculo integral com aplicação em outras áreas do ciclo de estudos.
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Collins T.; Kumar V.& Kotran R. (2000). Patologia Estrutural e Funcional ¿ Robbins. (6ª ed.). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rubin R., Strayer D. S., Rubin E. (2011). Rubin¿s Pathology: Clinicopathologic foundations of Medicine. Philadelphia: Lippincott Williams and Wilkins. Robbins, S. L.; Kumar, V. (ed.); Abbas, A.K. (ed.); Fausto, N. (ed.). (2010). Patologia: Bases Patológicas das doenças. (8ª ed.). Rio de Janeiro: Elsevier. Kumar, V. et al. (2013). Robbins patologia básica. (9ª ed.). Rio de Janeiro: Elsevier.
- Ciências Biomédicas Laboratoriais (L) (IPLUSO)
- 4084
- 19562
- Anatomia Patológica e Sistemática II
- IPLUSO4084-19562
- 2
- 5
- 0
- 4
- Não
- Português
- Nesta unidade curricular, recorre-se à metodologia Team-based learning (TBL), com a realização de tarefas em pequenos grupos, permitindo o desenvolvimento da capacidade de análise e aplicação dos conceitos teóricos.
- Obrigatório
- Identificar e caracterizar as diferentes patologias nos diversos órgãos/tecidos; Identificar microscopicamente os erros técnicos aquando realizados as técnicas laboratoriais; Compreender o papel desempenhado pela Anatomia Patológica, enquanto especialidade médica, na abordagem diagnóstica e definição da estratégia terapêutica dos pacientes; Saber interpretar corretamente e criticamente a informação contida nos relatórios anátomo-patológicos e reconhecer a necessidade de estabelecer uma correlação anátomo-clínica. Integrar os conceitos gerais sobre Anatomia Patológica nos principais modelos clínicos de doença humana. Correlacionar o conteúdo desta unidade curricular com os conhecimentos adquiridos em Fisiopatologia.
- Patologia mamária. Patologia do trato genital feminino. Patologia do trato genital masculino. Patologia das partes moles e osso Patologia mais frequente do sistema endócrino. Patologia do sistema linfo-hematopoiético. Patologia do sistema nervoso central
Descrição
Data limite
Ponderação
Teste de Avaliação Teórico I
XX-XX-XXXX
50%
Teste de Avaliação Teórico II
XX-XX-XXXX
50%
A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações obtidas na componente teórica (T). A avaliação consta da realização de duas frequências. A classificação mínima em cada parâmetro de avaliação é de 9,5 valores. classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 T. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.
- Semestral
- Anatomia patológica é uma disciplina que combina as ciências fundamentais e a prática clínica. As informações adquiridas durante o estudo das alterações morfológicas dos órgãos, tecidos e células induzidas por processos patológicos e doenças humanas servem como um conhecimento básico para o desenvolvimento adicional das competências essenciais de diagnóstico e tratamento. Nesta unidade curricular são estudadas as condições gerais (associadas aos processos patológicos) e sistémicas, nosológicas (associadas às doenças) e anatomia patológica.
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Agamben, G. (2011), O Aberto, O Homem e o Animal. Lisboa: Edições 70 Bancroft, T., & Keane, G. (2006). Creating Characters with Personality: For Film, TV, Animation, Video Games, and Graphic Novels. NY: Watson-Guptill Crossley, K. (2014). Character Design From the Ground Up. NY: CRC Press. Eder, J. (Ed.). (2016). Characters in Fictional Worlds. Berlin: De Gruyter Fuller, S. Lipinska, V. (2014), The proactionary imperative. A Foundation for Transhumanism.Hampshire, NY: Palgrave Macmillian Gombrich, E. H. (2000). Art and Illusion. Princeton: Princeton University Press. Grant, E. C. (1969). Human Facial Expression. Man, 4(4), 525–692. Hart, C. (2008). Cartooning: The Ultimate Character Design Book. NY: Chris Hart Books. Isbister, K., & Schafer, T. (2006). Better Game Characters by Design. Amsterdam; Boston: CRC Press. Paris, B. J. (1997). Imagined Human Beings: A Psychological Approach to Character and Conflict in Literature. NY: NYU Press. The Future is Wild. www.thefutureiswild.com
- Ilustração e Desenho (L) (IPLUSO)
- 6330
- 23173
- Criação de Personagens
- IPLUSO6330-23173
- 2
- 6
- 0
- 4
- Não
- Português
- O processo de ensino/aprendizagem adota uma abordagem teórico-prática baseada na demostração de exemplos reais e práticos; no contacto direto com as tecnologias necessárias à produção de personagens para vários media; no desenvolvimento de metodologias de trabalho, pesquisa e processos criativos; na análise crítica coletiva no final das aulas sobre todo o trabalho realizado.
- Obrigatório
- Objetivos gerais: estudo de desenvolvimento na criação de personagens para BD, animação e outros media visuais. A aplicação de terminologia e conceitos do character design a exercícios práticos. Desenvolvimento de projeto individual e de grupo. Objetivos específicos: ao completar esta UC, os alunos 1) aplicam os princípios teóricos e práticos fundamentais do design de personagens, empregando termos técnicos na discussão de personagens suas e alheias, 2) identificam os cânones, características e tradições do design de personagem em diferentes géneros literários e cinematográficos, 3) aplicam o princípio da externalização de características internas à criação de personagens, 4) estão cientes das limitações do design de personagem em diferentes media visuais, reconhecendo narrativas e personagens com potencial para a transmediação, 5) distinguem um arquétipo de um estereótipo, sendo capazes de evitá-los ou trabalhá-los de forma crítica, criativa e socialmente responsável.
- 1. PRODUÇÃO DE PERSONAGENS Noções de tipos de personagens (protagonista, deuteragonista, antagonista, coadjuvantes), design de personagens (forma, linha, assimetria, anatomia, silhueta, proporções, escala, exagero, expressão e gesto, cor, textura); Introdução a ficha de caracterização de personagens (física, psicológica e social), arquétipo, estereótipo, model sheets e turnarounds. 2. PRODUÇÃO DE PERSONAGENS A PARTIR DE MODELOS Trabalho efetuado para a comunidade a partir de uma pessoa real. 3. PRODUÇÃO DE PERSONAGENS PARA VIDEOJOGO (PIXEL ART) Aplicação dos conhecimentos assimilados no exercício anterior; Noções de pixel art e de criação de personagens para retrogames; Produção de sprites (posições-chave do personagem) para videojogos e cenários.
A unidade curricular é composta por 3 exercícios:
45% Produção de personagens
15% Produção de personagens baseadas em pessoas reais
30% Produção de personagens para videojogos (pixel art)
10% Avaliação contínua: pontualidade, participação e assiduidade (75% das sessões) cujo incumprimento obriga a exame.
O exame de recurso é constituído pela entrega de todos os exercícios do semestre (50%) e da apresentação do exercício de exame (50%).
Em caso de dúvida (por confirmação de plágio, por uso inapropriado da IA, ou por entrega dos mesmos trabalhos em UC diferentes) o professor tem o direito de pedir um esclarecimento aos estudantes, seja através da realização de prova extra para aferição de conhecimentos sobre o trabalho realizado, de uma conversa, ou por qualquer outro meio que entenda ser adequado no âmbito da UC.
- Semestral
- Esta UC visa o estudo de desenvolvimento na criação de personagens para BD, animação e outros media visuais. A aplicação de terminologia e conceitos do character design a exercícios práticos. Desenvolvimento de projeto individual e de grupo.