- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Enfermagem Veterinária Clínica (M) (IPLUSO) (ASSOCIAÇÃO IPLUSO/CUL)
- 7019
- 26445
- Enfermagem Veterinária em Medicina de Abrigos
- IPLUSO7019-26445
- 1
- 2.5
- 1234
- 4
- Não
- Português
- Opcional
- Semestral
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Ministério da Educação, DGE. (2016). Orientações curriculares para a educação pré-escolar. Ministério da Educação. Aguiar, C., & Mata, L. (2022). Literacia emergente no jardim de infância. In R. A. Alves & I. Leite (Eds.), Ensino da leitura e da escrita baseado em evidências (pp. 133-148). Fundação Belmiro de Azevedo. Grøver, V., Snow, C. E., Evans, L., & Strømme, H. (2023). Overlooked advantages of interactive book reading in early childhood? Acta Psychologica, 239, 103997. Pillinger, C., & Vardy, E. J. (2022). The story so far: A systematic review of the dialogic reading literature. Journal of Research in Reading, 45(4), 533-548. Weadman, T., Serry, T., & Snow, P. C. (2023). Oral language and emergent literacy strategies used by Australian early childhood teachers during shared book reading. Early Childhood Education Journal, 51, 1335-1348. Albuquerque, A., & Alves Martins, M. (2022). Invented spelling as a tool to develop early literacy. Journal of Writing Research, 14(1), 109-127.
- Educação Pré-Escolar (M) (IPLUSO)
- 7180
- 27749
- Oficina da Comunicação e da Linguagem em Educação Pré-escolar
- IPLUSO7180-27749
- 1
- 7
- 0
- 4
- Não
- Português
- A UC organiza-se como laboratório de aprendizagem, articulando investigação, experimentação, criação e reflexão sobre a prática. Mobilizam-se metodologias ativas e experienciais: aprendizagem baseada em problemas, casos e desafios; oficinas multimodais; exploração e mediação de literatura; jogos de linguagem e literacia emergente; análise de vídeos, interações, documentação e produções infantis; simulação, role playing e microensino. Recorre-se a ciclos de observação-experimentação-feedback-reformulação e à prototipagem de ambientes, materiais e propostas, testados entre pares e analisados à luz de evidência científica. Privilegiam-se situações autênticas e questões emergentes da prática, promovendo decisão pedagógica fundamentada. Integram-se especialistas, artistas, educadores, projetos, contextos educativos e experiências culturais e científicas, aproximando formação, investigação, profissão e comunidade.
- Obrigatório
- 1. Compreender a comunicação como processo relacional, expressivo e multimodal e reconhecer as artes como linguagens de comunicação na infância. 2. Explorar e analisar formas de comunicação verbal, não verbal, visual, sonora, corporal e dramática adequadas a crianças dos 3 aos 6 anos. 3. Compreender o papel das interações, da escuta e da intencionalidade do educador no desenvolvimento da linguagem oral. 4. Explorar literatura para a infância, narrativa, poesia, leitura em voz alta, leitura dialógica e jogos de linguagem enquanto experiências culturais, comunicativas e linguísticas. 5. Promover a literacia emergente através de contextos autênticos, lúdicos e significativos de leitura e escrita, evitando a escolarização precoce. 6. Planear, experimentar, fundamentar e avaliar propostas pedagógicas de comunicação e linguagem, valorizando diversidade linguística, participação, observação e documentação.
- PARTE I - COMUNICAÇÃO 1. Comunicação, relação e múltiplas linguagens: comunicação verbal, não verbal e multimodal; escuta, diálogo, gesto, corpo, imagem, som, espaço e interação. 2. Artes como formas de comunicação: artes visuais, música, dança/movimento e jogo dramático/teatro; expressão, criação, interpretação e comunicação através de diferentes linguagens. PARTE II - LINGUAGEM 3. Linguagem oral e interação: falar e ouvir para comunicar; conversação, vocabulário, narrativa, descrição, explicação e qualidade das interações adulto-criança e criança-criança. 4. Literatura e brincar com a língua: literatura para a infância, leitura em voz alta e dialógica, histórias e reconto, poesia, rimas, lengalengas, adivinhas, canções e jogos de palavras/sons. 5. Literacia emergente: funções sociais da leitura e da escrita; ambientes de literacia; escrita emergente/inventada; leitura e escrita no brincar, nas rotinas e nos projetos
A avaliação é contínua, diversificada e coerente com a natureza teórico-prática da UC, integrando três componentes:
Critérios de Avaliação
Data limite
Ponderação
Trabalho individual escrito presencial
Realizado integralmente em aula, sem recurso a IA generativa. Poderá assumir a forma de análise de uma situação/caso, resposta fundamentada a questões ou resolução de um problema pedagógico. Avalia apropriação conceptual, mobilização crítica do conhecimento, capacidade de análise, fundamentação, argumentação e tomada de posição pedagógica.Dezembro
40%
Trabalho teórico-prático em grupo
Conceção, fundamentação, experimentação e discussão de uma proposta/oficina para crianças dos 3 aos 6 anos no domínio da comunicação, linguagem e/ou literacia emergente. Inclui componente prática/material, apresentação e discussão oral. Qualquer elemento pode ser questionado sobre qualquer parte do trabalho. A responsabilidade é coletiva, mas a demonstração do domínio é individual, pelo que a classificação de cada estudante pode diferir da classificação global do produto coletivo.Janeiro
40%
Participação, envolvimento e percurso na UC
Considera assiduidade e pontualidade, preparação, cumprimento de tarefas intermédias, intervenções fundamentadas, clareza da comunicação, envolvimento nas atividades práticas/oficinas, colaboração, pensamento crítico e reflexivo, autonomia, responsabilidade, atitudes profissionais, integração de feedback e participação nas atividades de integração/extensão previstas.-
20%
Critérios transversais de Avaliação:
* Rigor científico e conceptual; correção terminológica; qualidade da fundamentação e atualidade/pertinência das fontes.
* Qualidade da escrita académica, correção linguística e sintática, organização lógica, argumentação e referenciação em APA 7.
* Capacidade de articular teoria, investigação e prática e de mobilizar conhecimento da UC em situações pedagógicas.
* Reflexão crítica, problematização, autonomia intelectual e capacidade de justificar opções.
* Adequação à Educação Pré-Escolar e aplicabilidade a crianças dos 3 aos 6 anos; respeito pela participação, agência, diversidade e especificidade pedagógica desta etapa.
* Criatividade, originalidade, inovação pedagógica e qualidade estética/editorial quando aplicável.
* Na apresentação oral: clareza, precisão, capacidade de comunicação, domínio do tema, lógica, gestão do tempo, envolvimento de todos e resposta crítica às questões.
* No trabalho colaborativo: participação efetiva, entreajuda, respeito, comunicação, responsabilidade individual e corresponsabilização, utilização adequada de ferramentas colaborativas e resolução construtiva de dificuldades.
* Integridade académica e uso ético e transparente das fontes e ferramentas digitais.
- Semestral
- Esta UC incide sobre a comunicação e a linguagem no contexto da Educação Pré-Escolar, considerando as diferentes formas através das quais as crianças comunicam, se expressam e constroem significados. Abrange a comunicação verbal e não verbal, as linguagens artísticas, a linguagem oral, a literatura para a infância, a narrativa, os jogos de linguagem e a literacia emergente. No âmbito do ciclo de estudos, pretende aprofundar conhecimentos e competências necessários à compreensão do desenvolvimento comunicativo e linguístico das crianças dos 3 aos 6 anos e à conceção de ambientes e propostas pedagógicas intencionais, inclusivas e culturalmente significativas. A UC articula conhecimentos científicos e pedagógicos com a análise e experimentação de situações relacionadas com a prática profissional em Educação Pré-Escolar.
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Chang, R. (2010). Chemistry, (10th ed.). McGraw Hill. Atkins, P.W. & Beran, J.A. (1992). General Chemistry. (2nd ed.). W.H. Freeman. Atkins, P. & Jones L. (2010). Chemical Principles. (5th ed.). Freeman. Harris, D.C. (2010). Quantitative Chemical Analysis. (8th ed.). W H Freeman. Holler, J.F. (2000). Analytical Chemistry: An Introduction. (7th ed.). Harcourt College Publishers.
- Bioanálises e Controlo (T) (IPLUSO)
- 4085
- 19528
- Química Aplicada
- IPLUSO4085-19528
- 1
- 5
- 0
- 4
- Não
- Português
- Nesta unidade curricular, recorre-se à metodologia Team-based learning (TBL), com a realização de tarefas em pequenos grupos, permitindo o desenvolvimento da capacidade de análise e aplicação dos conceitos teóricos.
- Obrigatório
- Proporcionar uma formação teórica de nível básico em química geral e introduzir a sua da aplicação em alguns métodos analíticos, desenvolvendo capacidades práticas de resolução de problemas e de execução laboratorial. Interpretar e trabalhar com sentido crítico, os resultados obtidos no laboratório. Capacidade de aprendizagem dos conceitos leccionados, de análise e aplicação a novas situações. Comunicação adequada dos conceitos adquiridos. Resolução de problemas de aplicação. Competência no cálculo e nas unidades. Utilização dos conceitos da química geral em métodos de análise por volumetria, espectroscopia e cinética. Planeamento de trabalho laboratorial Adequada execução experimental de procedimentos laboratoriais usando material e equipamento instrumental. Manipulação, interpretação de dados/resultados e sua avaliação crítica. Capacidade de trabalhar individualmente ou em grupo. Comunicar e discutir resultados obtidos.
- Constituição da matéria Átomos iões e moléculas. Substâncias puras e misturas Tabela periódica e propriedades químicas Ligação Química Tipos de ligação química e suas características Reações Químicas Equações químicas, Estequiometria e Lei de Lavoisier Soluções aquosas e propriedades Concentração. Diluições Reagente limitante Rendimento Energia das reacções químicas Energia interna, Entalpia, Entropia e Energia livre Equilíbrio químico Propriedades gerais Equilíbrios ácido-base de solubilidade e redox Introdução aos Métodos de análise Volumétricos Ácido-base Redox Espectroscópicos Análise qualitativa e quantitativa em espectroscopia UV-VIS. Lei de Lambert-Beer Cinéticos Velocidade das reações Energia de ativação Catalisadores Análises enzimáticas
Descrição
Data limite
Ponderação
Teste de avaliação Teórica I
dd-mm-aa
25%
Teste de avaliação Teórica II
dd-mm-aa
25%
Teste de avaliação Prática I dd-mm-aa 25% Teste de avaliação Prática I
dd-mm-aa
25%
.A classificação final (CF) da unidade curricular por avaliação contínua é obtida a partir das classificações obtidas na componente escrita (T) e na componente prática (PL). A componente escrita consta de duas frequências escritas e é relativa aos conteúdos teóricos. A classificação mínima em cada frequência é de 8 valores. A componente prática consta de 2 momentos de avaliação práticos realizados durante as aulas. A classificação mínima em cada frequência prática é de 8 valores. A classificação final é calculada a partir da seguinte fórmula: CF = 0,50 T + 0,50 PL. A classificação de todos os instrumentos de avaliação é expressa numa escala de 0 a 20 valores, sendo que o valor ponderado das classificações obtidas em cada componente, tem de ser igual ou superior a 9,5 valores.
- Semestral
- Esta unidade curricular introduz os princípios e as práticas no campo da química analítica. Concentra-se no desenvolvimento de uma compreensão quantitativa dos fenómenos de equilíbrio homogéneo e heterogéneo aplicados a titulações ácido-base e complexométricas, separações rudimentares, espectroscopia óptica e eletroquímica.
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Enfermagem Veterinária Clínica (M) (IPLUSO) (ASSOCIAÇÃO IPLUSO/CUL)
- 7019
- 26450
- Enfermagem Veterinária Oncológica em Animais de Companhia
- IPLUSO7019-26450
- 1
- 2.5
- 1234
- 4
- Não
- Português
- Opcional
- Semestral
- Detalhes
- Categoria: Disciplina
- Santos, E., & Santos, L. (2019). Estratégias avaliativas reguladoras para a aprendizagem com tarefas que usam tecnologia: Que contributo para uma prática reguladora do ensino? In Guimarães, H., Pinto, H., Silvestre, A. I., Jorge F. R. & Afonso, P. M. (Eds.), Atas do XXX Seminário de Investigação em Educação Matemática. Lisboa: APM. Silvestre, A. I., Jacinto, H., Serrazina, L., Amado, N., Carreira, S., Santos, E., Ferreira, R., Martins, C., Pires, M., & Castro, J. (2023). Valores no ensino e na aprendizagem da matemática: Os aspetos mais valorizados por professores portugueses. In Quadrante, 32 (2), 49-76. https://doi.org/10.48489/quadrante.32632 Castro, J., Rodrigues, M. (2008). Sentido do número e organização de dados: Textos de apoio para Educadores de Infância. Lisboa: DGIDC. Reimão, J., Mendes, F. (2022). A emergência do pensamento algébrico: padrões na creche e no jardim de infância. Media@ções. Vol. 10,nº1. ESE-IPS.
- Educação Pré-Escolar (M) (IPLUSO)
- 7180
- 22205
- Oficina da Matemática
- IPLUSO7180-22205
- 1
- 6
- 0
- 4
- Não
- Português
- O docente apresentará os quadros conceptuais relativos aos conteúdos programáticos da UC, colocando os estudantes num papel ativo contribuindo para a discussão dos temas em estudo, consubstanciadas nas atividades que a seguir se apresentam: Apresentação de tarefas pelo docente que requerem a participação ativa dos estudantes, acompanhadas de debate generalizado no seio da turma. Pesquisa, discussão e reflexão de artigos empíricos e/ou teóricos relacionados com a prática no pré-escolar. Elaboração de planificações de propostas pedagógica-didática, em trabalho de grupo.
- Obrigatório
- Enquadrar os fundamentos das orientações curriculares para a educação pré-escolar no contexto do desenvolvimento do pensamento matemático. Manifestar conhecimento sobre aspetos relevantes de estudo incidindo sobre o desenvolvimento do conhecimento matemático das crianças em idade pré-escolar e 1.º ciclo. Reconhecer a importância das situações experimentais, do jogo e de situações do quotidiano para o desenvolvimento do pensamento matemático. Analisar e conceber experiências de aprendizagem facilitadoras do desenvolvimento do pensamento matemático. Manifestar espírito crítico e capacidade de reflexão relativamente às suas propostas de intervenção.
- Descrição dos conteúdos Desenvolvimento do sentido de número Relações numéricas Contagem Saber a série numérica Fazer corresponder um a um entre número e objeto Perceber que a contagem não depende da ordem Entender a cardinalidade Operações e número Seriação ClassificaçãoCorrespondência termo a termo Desenvolvimento do pensamento algébrico Identificação de regularidades organização de Dados Utilização de tabelas Utilização de gráfico de barras e tridimensionais Geometria e Medida Desenvolvimento da orientação espacial Operar com formas e figuras Deslizar, Refletir e Rodar Padrões geométricos Completar padrões geométricos Medição de grandezas Comparar e ordenar Utilizar uma unidade de medida Avaliação refuladora do ensino e da aprendizagem ¿Utilização do portef´olio reflexivo no pré-escolar e no 1º ciclo
Descrição dos instrumentos de avaliação (individuais e de grupo) ¿ testes, trabalhos práticos, relatórios, projetos... respetivas datas de entrega/apresentação... e ponderação na nota final.
Exemplo:
Descrição
Data limite
Ponderação
Participação nas atividades da UC incluindo discussões e reflexões sobre textos e temas trabalhados nas aulas
Ao longo do semestre
25%
Portfolio reflexivo
No final do semestre
25%
Trabalho escrito de planificação de uma intervenção que deverá conter quer uma fundamentação teórica dessa proposta, quer uma reflexão pessoal sobre a sua importância para o desenvolvimento das crianças no Pré-Escolar ou 1.º ciclo
No final do semestre
50%
Adicionalmente poderão ser incluídas informações gerais, como por exemplo, referência ao tipo de acompanhamento a prestar ao estudante na realização dos trabalhos; referências bibliográficas e websites úteis; indicações para a redação de trabalho escrito...
- Semestral
- O programa desta UC visa o desenvolvimento articulado de conhecimentos relativos à didática da matemática. Em última instância, esta UC visa a aquisição por parte dos estudantes de referenciais práticos – teóricos que lhes permitam construir uma identidade profissional docente cuja característica central é a de pedagogos – didatas e didatas – pedagogos. Noutros termos, trata-se de aliar a utilidade dos dispositivos e procedimentos didáticos com os saberes da intervenção pedagógica. É no seio destes saberes que os educadores desenvolvem a capacidade reflexiva e a sensibilidade pedagógica que lhes permitem selecionar, adaptar e reconstruir dispositivos e procedimentos, de forma a garantir uma intervenção coerente e consistente com o projeto pedagógico e com o projeto educativo da instituição em que desempenha as suas funções.